12/05

Ensine-me a Fazer Arte

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Tânia Alice (RJ)

Horário: 19h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 14 anos

Duração: 90 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Uma performance relacional, seguida de um espetáculo de teatro participativo. Na primeira parte do trabalho, a artista permanece sentada em algum espaço da cidade durante duas horas, com duas cadeiras e um cartaz que diz “Ensine-me a fazer arte”, convidando os transeuntes a sentarem-se e responder à pergunta: “O que um artista deve fazer hoje?” Em um segundo momento, já com algumas respostas recolhidas no espaço público, estas são elaboradas cenicamente e adicionadas a outras respostas, já prontas e coletadas em diversos países e continentes, configurando o espetáculo, uma construção coletiva que evidencia as expectativas dos diferentes públicos em relação ao papel do artista na sociedade hoje. 

Ficha Técnica: 
Ficha Técnica:
Concepção: Tania Alice
Performers: Tania Alice e Gilson Motta
Cenografia e objetos de cena: Gilson Motta
Projeto de iluminaçõ: Sarah Salgado
Performance de luz: Luana Della Crist
Fotos de divulgação: Heitor Muniz
Fotos de cena: Igor Keller
Trilha sonora: Tania Alice
Projeto gráfico: Karin Palhano
Produção e administração: Quintal Produções
Direção geral: Verônica Prates
Coordenação artística: Valencia Losada
Produção executiva: Thiago Miyamoto

Sambaracotu

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Canoas Coletivo de Dança (RS)

Horário: 21h

Local: Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: 12 anos

Duração: 50 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: É dança urbana contaminada por sonoridades brasileiras. Funciona como um manifesto político, produzido desde a dimensão ética, estética e poética através de uma recomposição de movimentos da cultura de domínio popular e a pesquisa de estruturas coreográficas múltiplas. Celebra o movimento e produz um corpo-voz não apenas por sua poética coreográfica, mas por provocações sonoras, inspiradas na cultura oral brasileira, de domínio público. Sabemos que é um ato político reencontrarmos nosso amor pelo Brasil. Vivemos um tempo que exige ressignificarmos o que é “ser um corpo brasileiro”. 

Ficha Técnica: 
Direção: Carlota Albuquerque, Álvaro Rosa Costa e Simone Rasslan
Provocações sonoras, pesquisa e composição musical: Álvaro Rosa Costa
Intérpretes criadores: Carini Pereira, Carol Fossá, Danielle Costa, Leslie Taube, Tiago Ruffoni e Tom Peres
Participação especial: Alex Gonzaga
Consultoria e curadoria de linguagem: Eliane Marques
Iluminação e videografia: Ricardo Vivian
Figurinos: Gustavo Dienstmann
Cenário: Rodrigo Shalako (instrumentos) e Paulo Pereira
Cenotécnico: Paulo Pereira
Produção: Canoas Coletivo de Dança
Ensaiadora e artista colaboradora: Joana Willadino
Intercâmbio artístico: Renann Fontoura
Letristas: Ronald Augusto, Danielle Costa, Leandro Maia
Músicos convidados: Daniela Luz, Beto Chedid e Yago Lima
Apoio: Colégio Rondon, Studio Spasso, Sala Terpsí

13/05

Se Piscar Já Era

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Direção e coreografia de Rodrigo Vieira (SP)

Horário: 19h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre (acessível a surdos e ouvintes)

Duração: 40 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: O encontro inesperado entre o passinho e a surdez é um encontro de pessoas que ouvem e que não ouvem. Diante desta diferença radical, os artistas do projeto criaram uma dança onde surdos e ouvintes estabelecem uma ideia de unidade, combinando os passos, ritmos, mãos, pés e expressões faciais para assim compor a coreografia, sem perder aquilo que é diferente em cada um. 

Ficha Técnica: 
Dançarinas: Catharine Moreira e Elaine Sampaio. 
Dançarinos: Bruno Ramos e DG Fabulloso. 
Intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras): Elaine Sampaio. 
Direção e coreografia: Rodrigo Vieira. 
Direção artística: Alexandre Ohkawa. 
Assistente de direção: Helio Toste. 
Trilha: Davi Serrano. 
Pesquisa sonora: Laura Zimmerman, Davi Serrano e Lipe Araújo. 
Funk: Leony Fabulloso. 
Instalação sonora e operação: Daniel Martins e Gu. 
Desenho de luz e operação: Silviane Ticher. 
Figurino: Luana Lorena. 
Produção: Naturarte. 
Registro de vídeo e fotografia: Casa Líquida, Yve Louise, Luiz da Fonte e Osmar Zampieri. 
Arte gráfica: Davi Serrano e Paulo Medeiros. 
Instagram e Facebook: Yve Louise. 
Professores: Celly Idd e Bruno Ramos. 
Espaços da criação e ensaios: Casa Liquida, LaFigueira – Piracaia, Teatro Centro da Terra, Teatro Sérgio Cardoso. 

Sambaracotu

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Canoas Coletivo de Dança (RS)

Horário: 21h

Local: Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: 12 anos

Duração: 50 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: É dança urbana contaminada por sonoridades brasileiras. Funciona como um manifesto político, produzido desde a dimensão ética, estética e poética através de uma recomposição de movimentos da cultura de domínio popular e a pesquisa de estruturas coreográficas múltiplas. Celebra o movimento e produz um corpo-voz não apenas por sua poética coreográfica, mas por provocações sonoras, inspiradas na cultura oral brasileira, de domínio público. Sabemos que é um ato político reencontrarmos nosso amor pelo Brasil. Vivemos um tempo que exige ressignificarmos o que é “ser um corpo brasileiro”. 

Ficha Técnica: 
Direção: Carlota Albuquerque, Álvaro Rosa Costa e Simone Rasslan
Provocações sonoras, pesquisa e composição musical: Álvaro Rosa Costa
Intérpretes criadores: Carini Pereira, Carol Fossá, Danielle Costa, Leslie Taube, Tiago Ruffoni e Tom Peres
Participação especial: Alex Gonzaga
Consultoria e curadoria de linguagem: Eliane Marques
Iluminação e videografia: Ricardo Vivian
Figurinos: Gustavo Dienstmann
Cenário: Rodrigo Shalako (instrumentos) e Paulo Pereira
Cenotécnico: Paulo Pereira
Produção: Canoas Coletivo de Dança
Ensaiadora e artista colaboradora: Joana Willadino
Intercâmbio artístico: Renann Fontoura
Letristas: Ronald Augusto, Danielle Costa, Leandro Maia
Músicos convidados: Daniela Luz, Beto Chedid e Yago Lima
Apoio: Colégio Rondon, Studio Spasso, Sala Terpsí

14/05

Se Piscar Já Era

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Direção e coreografia de Rodrigo Vieira (SP)

Horário: 19h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre (acessível a surdos e ouvintes)

Duração: 40 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: O encontro inesperado entre o passinho e a surdez é um encontro de pessoas que ouvem e que não ouvem. Diante desta diferença radical, os artistas do projeto criaram uma dança onde surdos e ouvintes estabelecem uma ideia de unidade, combinando os passos, ritmos, mãos, pés e expressões faciais para assim compor a coreografia, sem perder aquilo que é diferente em cada um. 

Ficha Técnica: 
Dançarinas: Catharine Moreira e Elaine Sampaio. 
Dançarinos: Bruno Ramos e DG Fabulloso. 
Intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras): Elaine Sampaio. 
Direção e coreografia: Rodrigo Vieira. 
Direção artística: Alexandre Ohkawa. 
Assistente de direção: Helio Toste. 
Trilha: Davi Serrano. 
Pesquisa sonora: Laura Zimmerman, Davi Serrano e Lipe Araújo. 
Funk: Leony Fabulloso. 
Instalação sonora e operação: Daniel Martins e Gu. 
Desenho de luz e operação: Silviane Ticher. 
Figurino: Luana Lorena. 
Produção: Naturarte. 
Registro de vídeo e fotografia: Casa Líquida, Yve Louise, Luiz da Fonte e Osmar Zampieri. 
Arte gráfica: Davi Serrano e Paulo Medeiros. 
Instagram e Facebook: Yve Louise. 
Professores: Celly Idd e Bruno Ramos. 
Espaços da criação e ensaios: Casa Liquida, LaFigueira – Piracaia, Teatro Centro da Terra, Teatro Sérgio Cardoso. 

A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa

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Adaptação e direção de André Paes Leme (RJ)

Horário: 21h

Local: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 16 anos

Duração: 110 minutos

Ingressos: R$ 50 inteira público geral e R$ 25 meia-entrada (professores, estudantes, idosos com mais de 60 anos e classe artística)

Sinopse: A obra narra a saga de Macabéa, migrante nordestina cuja vida no Rio de Janeiro é marcada pela ausência de afeto e poesia. Vista pela sociedade como uma mulher desprovida de qualquer atrativo, ela se contenta com uma existência medíocre. Laila Garin é Macabéa, mítica protagonista do romance aclamado, que ao lado de Leonardo Miggiorin e Claudia Ventura contam essa história adaptada e dirigida por André Paes Leme, direção musical de Marcelo Caldi e músicas originais de Chico César. 

Ficha Técnica: 

Da obra de Clarice Lispector.
Adaptação e Direção: André Paes Leme.
Música: Chico César (canções originais) e Marcelo Caldi (direção musical e arranjos).
Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves. Elenco: Claudia Ventura, Claudio Gabriel e Leonardo Miggiorin.
Músicos: Fabio Luna, Pedro Franco, Pedro Aune.
Diretor Assistente: Anderson Aragón.
Figurinos: Kika Lopes.
Cenário: André Cortez.
Iluminação: Renato Machado.
Design de som: Gabriel D’Angelo.
Visagista: Uirandê de Holanda.
Preparação Corporal: Toni Rodrigues.
Designer de som associado: André Breda e Rodrigo Oliveira.
Assistente de figurino: Sassá Magalhães.
Assistente de cenografia e Produtora de arte: Tuca Mariana.
Assistente de preparação Corporal: Monique Ottati e Fátima Felix.
Tingimento de tecidos: Heloisa Stockler. Cenotécnico: André Salles.
Equipe cenotécnica: Paulo Sá, Welington do Carmo, Robson Silva, Walmir Jr, Adriano Ferreiro, Gilvan do Carmo, Ronaldo Ferrinha.
Diretor de Palco: Júnior Brasil.
Camareira / contrarregra: Paty Ripoll.
Operador de Luz: Rommel Equer.
Operador de Som: André Breda.
Técnico de Monitor, Microfonista e Coordenador de RF: Jorginho Baptista.
Produção Coordenação de Produção: Rafael Lydio.
Produção Executiva: Felipe Valle.
Assistente de Produção: Matheus Brito.
Coordenação de Projeto e Coordenação Administrativa-Financeira: Ágapa Criação e Produção Cultural.
Comunicação Projeto Gráfico: Beto Martins.
Assessoria de Imprensa: Factoria Comunicação.
Foto: Silvana Marques. Vídeos: Elisa Mendes.

Equipe Ágapa:
Coordenador De Projeto: César Augusto.
Coordenação De Produção: Rafael Lydio.
Produção De Planejamento: Bruno Barros.
Novos Negócios: Adriano Norberto.
Produção De Comunicação: Daniel Barboza.
Gerente Administrativo Financeiro: Gabriela Mendonça.
Assistente Administrativo Financeiro: Letícia Copaja. Assessoria Jurídica: Marisa Gandelman.
Contabilidade: Mtavares

Patrocinadora: Porto Seguro

15/05

A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa

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Adaptação e direção de André Paes Leme (RJ)

Horário: 18h

Local: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 16 anos

Duração: 110 minutos

Ingressos: R$ 50 inteira público geral e R$ 25 meia-entrada (professores, estudantes, idosos com mais de 60 anos e classe artística)

Sinopse: A obra narra a saga de Macabéa, migrante nordestina cuja vida no Rio de Janeiro é marcada pela ausência de afeto e poesia. Vista pela sociedade como uma mulher desprovida de qualquer atrativo, ela se contenta com uma existência medíocre. Laila Garin é Macabéa, a mítica protagonista do aclamado romance, que, ao lado de Leonardo Miggiorin e Claudia Ventura, conta esta história adaptada e dirigida por André Paes Leme, com direção musical de Marcelo Caldi e músicas originais de Chico César. 

Ficha Técnica: 

Inspiração da obra: Clarice Lispector

Adaptação e direção: André Paes Leme 

Música: Chico César (canções originais) e Marcelo Caldi (direção musical e arranjos)

Idealização e direção de produção: Andréa Alves. Com Claudia Ventura, Claudio Gabriel e Leonardo Miggiorin

Músicos: Fabio Luna, Pedro Franco, Pedro Aune 

Diretor assistente: Anderson Aragón. Figurinos: Kika Lopes 

Cenário: André Cortez

Iluminação: Renato Machado

Design de som: Gabriel D’Angelo. Visagista: Uirandê de Holanda

Preparação corporal: Toni Rodrigues

Designer de som associado: André Breda e Rodrigo Oliveira

Assistente de figurino: Sassá Magalhães

Assistente de cenografia e Produtora de arte: Tuca Mariana

Assistente de preparação Corporal: Monique Ottati

Costureira: Fatima Felix

Tingimento de tecidos: Heloisa Stockler

Cenotécnico: André Salles

Equipe cenotécnica: Paulo Sá, Welington do Carmo, Robson Silva, Walmir Jr, Adriano Ferreiro, Gilvan do Carmo, Ronaldo Ferrinha

Diretor de palco: Júnior Brasil

Camareira/contrarregra: Paty Ripoll

Operador de luz: Rommel Equer

Operador de som: André Breda

Técnico de monitor, microfonista e coordenador de RF: Jorginho Baptista

Coordenação de produção: Rafael Lydio

Produção executiva: Felipe Valle

Assistente de produção: Matheus Brito

Coordenação de projeto e coordenação administrativo-financeira: Ágapa Criação e Produção Cultural

Fotografia: Silvana Marques

Vídeos: Elisa Mendes. Equipe Ágapa

Coordenador de projeto: César Augusto

Coordenação de produção: Rafael Lydio

17/05

O Matuto

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Rapha SantaCruz (PE)

Horário: 10h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 50 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Um misto de mágico e palhaço, esse personagem parece saído de um folheto de cordel. Em uma linguagem típica do Nordeste brasileiro, ele vai apresentando seu universo de encantamento, com os elementos que saem da sua mala de vaqueiro sertanejo. Forró, xaxado, coco, cavalo-marinho fazem parte da animada trilha sonora desse espetáculo onde a magia tem sotaque matuto. Diversão garantida para todas as idades.

Ficha Técnica: 
Encenação e intérprete: Rapha Santacruz
Preparação corporal: Pedro Pernambuco
Produção: Christianne Galdino
Músicas: Mestre Ambrósio, Cara de Doido e Carlos Malta

O Matuto

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Rapha SantaCruz (PE)

Horário: 15h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 50 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Um misto de mágico e palhaço, esse personagem parece saído de um folheto de cordel. Em uma linguagem típica do Nordeste brasileiro, ele vai apresentando seu universo de encantamento, com os elementos que saem da sua mala de vaqueiro sertanejo. Forró, xaxado, coco, cavalo-marinho fazem parte da animada trilha sonora desse espetáculo onde a magia tem sotaque matuto. Diversão garantida para todas as idades.

Ficha Técnica: 
Encenação e intérprete: Rapha Santacruz
Preparação corporal: Pedro Pernambuco
Produção: Christianne Galdino
Músicas: Mestre Ambrósio, Cara de Doido e Carlos Malta

O Inverno do Nosso Descontentamento: Nosso Ricardo III (EVENTO TRANSFERIDO PARA 19/05)

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EVENTO TRANSFERIDO PARA 19/05, ÀS 19H, EM RAZÃO DO ALERTA DE CICLONE EM VIGÊNCIA NO RS.

Para Não Morrer (EVENTO TRANSFERIDO PARA 18/05, 21H)

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EVENTO TRANSFERIDO PARA 18/05, ÀS 21H, EM RAZÃO DO ALERTA DE CICLONE EM VIGÊNCIA NO RS.

18/05

Piquenique

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Outrar Produções Artísticas (RJ)

Horário: 15h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 50 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: O espetáculo conta de forma poética e divertida a história de Greta, uma jovem bondosa, forte e inteligente que luta contra a opressão de um tirano dono de uma fábrica de canhões que amedronta toda a cidade. Dona do seu nariz, ela sai pelo mundo com seus quitutes e comidas deliciosas, até que encontra em uma cidade um mundo de crueldades. Com sua inteligência e astúcia, resolve não só seu problema como ajuda todos que estão a sua volta a escaparem das maldades do tirano. 

Ficha Técnica: 
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings
Direção: Flavio Souza
Dramaturgia: Marcéli Torquato e Flavio Souza
Músico: Raoni Costa
Direção Musical: Guilherme Miranda
Cenário: Mina Quental e Flavio Souza
Iluminação: Luiz Paulo Neném
Figurinos: Flavio Souza
Fotografia: Elisa Mendes
Direção de produção: Paulo Verlings

Para Não Morrer

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INGRESSOS ESGOTADOS

Espaço Cênico (PR)

Horário: 19h

Novo Horário: 21h para clientes com ingressos adquiridos para o dia 17/05

Local: Sala Álvaro Moreyra (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: 14 anos

Duração: 70 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: A partir da obra de Eduardo Galeano, o espetáculo aborda temáticas feministas e traz histórias verídicas de mulheres de distintas épocas e lugares que deram sua vida pela liberdade e pela justiça, além de recuperar a biografia de várias personagens históricas cuja importância a perspectiva dominante reduziu. A atriz opta por apresentar uma narradora limitada fisicamente, mas que insiste em falar e trazer à memória grandes feitos contra a opressão. Este trabalho se insere no debate da manutenção da memória especialmente da América Latina, através da voz de distintas mulheres invisibilizadas: negras, indígenas, militantes, mães, avós, filhas… sobre as mulheres de ontem e de hoje. Por sua atuação, Nena Inoue recebeu o Prêmio Shell de Melhor Atriz (2019/RJ) e Prêmio Governador do Estado do Paraná em 2017. 

Ficha Técnica: 
Dramaturgia: Francisco Mallmann à partir da obra de Eduardo Galeano
Idealização, atuação, direção: Nena Inoue
Direção de texto: Babaya
Iluminação:  Beto Bruel
Figurino:  Carmen Jorge
Cenário: Ruy Almeida
Operação de luz e direção de palco: Vinicius Sant
Vídeos teaser: Alan Raffo, Tropico TV, Igor Marotti
Fotografia: Elenize Dezgeniski
Designer gráfico: Martin Castro
Realização: Espaço Cênico

Iago

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Direção Miwa Yanagizawa e Marcio Nascimento (RJ) 

Horário: 20h

Local: Teatro Bruno Kiefer (Rua dos Andradas, 736, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 14 anos

Duração: 60 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

 

Sinopse: O espetáculo, tal como o de Shakespeare, começa com a explosão do ódio de Iago por seu comandante, Otelo, que não o promove à tenente. Não bastasse, Otelo promove Cássio, fazendo com que o ódio de nosso protagonista e sua manipulação dos demais personagens determine a ação futura do espetáculo. A metáfora da manipulação ganha no espetáculo um sentido suplementar, pois Iago não apenas manobra – ou manipula – os demais personagens, mas também o ator-protagonista de Iago manipula bonecos que encarnam os demais papéis. Assim percorremos a trajetória das relações de Otelo e sua esposa Desdêmona, de Desdêmona e Cássio, e, principalmente, do vilão Iago, que manipula todos os demais. 

Ficha Técnica: 
Texto: Geraldo Carneiro
Direção: Miwa Yanagizawa e Marcio Nascimento
Interpretação: Marcio Nascimento
Direção musical: Rodrigo de Marsillac
Músico: Marcio Malard
Cenário: Carlos Alberto Nunes
Figurino: Tiago Ribeiro
Iluminação: Renato Machado
Formas animadas: Bruno Dante e Carlos Alberto Nunes
Direção de produção: Pagu Produções Culturais

19/05

Piquenique

+

 

Outrar Produções Artísticas (RJ)

Horário: 15h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 50 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: O espetáculo conta de forma poética e divertida a história de Greta, uma jovem bondosa, forte e inteligente que luta contra a opressão de um tirano dono de uma fábrica de canhões que amedronta toda a cidade. Dona do seu nariz, ela sai pelo mundo com seus quitutes e comidas deliciosas, até que encontra em uma cidade um mundo de crueldades. Com sua inteligência e astúcia, resolve não só seu problema como ajuda todos que estão a sua volta a escaparem das maldades do tirano. 

Ficha Técnica: 
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings
Direção: Flavio Souza
Dramaturgia: Marcéli Torquato e Flavio Souza
Músico: Raoni Costa
Direção Musical: Guilherme Miranda
Cenário: Mina Quental e Flavio Souza
Iluminação: Luiz Paulo Neném
Figurinos: Flavio Souza
Fotografia: Elisa Mendes
Direção de produção: Paulo Verlings

O Inverno do Nosso Descontentamento: Nosso Ricardo III (NOVA DATA)

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Espetáculo foi transferido para o dia 19/05 em virtude do alerta de ciclone. 

Teatro ao Quadrado (RS)

Horário: 19h

Local: Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: 18 anos

Duração: 95 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: A tragédia do rei Ricardo III (1592), obra-prima do dramaturgo inglês William Shakespeare, é o ponto de partida do espetáculo que apresenta a ascensão ao poder do tirano Ricardo de Gloucester ao chegar ao trono da Inglaterra por meio de violências e traições. O espetáculo desconstrói o texto shakespeariano, incorporando em sua narrativa vários outros tiranos que, ao longo da história, fizeram mau uso do poder e provocaram morte e destruição. A encenação comemora os 20 anos da Cia Teatro ao Quadrado de Porto Alegre (RS) e surpreende os espectadores com sua inventividade e ousadia no tratamento dado ao clássico, trazendo uma superposição de referências teatrais e de acontecimentos reais da história.  

Ficha Técnica: 
Encenação e cenografia: Luciano Alabarse
Atuação: Marcelo Ádams e Margarida Peixoto
Dramaturgia: Luciano Alabarse, Marcelo Ádams e Margarida Peixoto
Produção executiva: Jaques Machado e Lincoln Camargo
Figurinos: Antonio Rabàdan
Iluminação: Mauricio Moura e João Fraga
Trilha sonora pesquisada: Marcelo Ádams e Luciano Alabarse
Operação de sonoplastia: Luiz Manoel
Produção: Cia Teatro ao Quadrado e Luciano Alabarse
Identidade visual: Didi Jucá
Costureira: Maria José Leoni
Divulgação: Agência Cigana
Realização: Cia Teatro ao Quadrado

Iago

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Direção Miwa Yanagizawa e Marcio Nascimento (RJ) 

Horário: 20h

Local: Teatro Bruno Kiefer (Rua dos Andradas, 736, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 14 anos

Duração: 60 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

 

Sinopse: O espetáculo, tal como o de Shakespeare, começa com a explosão do ódio de Iago por seu comandante, Otelo, que não o promove à tenente. Não bastasse, Otelo promove Cássio, fazendo com que o ódio de nosso protagonista e sua manipulação dos demais personagens determine a ação futura do espetáculo. A metáfora da manipulação ganha no espetáculo um sentido suplementar, pois Iago não apenas manobra – ou manipula – os demais personagens, mas também o ator-protagonista de Iago manipula bonecos que encarnam os demais papéis. Assim percorremos a trajetória das relações de Otelo e sua esposa Desdêmona, de Desdêmona e Cássio, e, principalmente, do vilão Iago, que manipula todos os demais. 

Ficha Técnica: 
Texto: Geraldo Carneiro
Direção: Miwa Yanagizawa e Marcio Nascimento
Interpretação: Marcio Nascimento
Direção musical: Rodrigo de Marsillac
Músico: Marcio Malard
Cenário: Carlos Alberto Nunes
Figurino: Tiago Ribeiro
Iluminação: Renato Machado
Formas animadas: Bruno Dante e Carlos Alberto Nunes
Direção de produção: Pagu Produções Culturais

20/05

Emaranhada

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Direção Marcio Moura (RJ)

Horário: 15h

Local: Sala Álvaro Moreyra (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: livre

Duração: 45 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Você já pensou no cabelo como uma árvore? Na raiz: é onde tudo começa. O espetáculo brota no palco valorizando as raízes ancestrais presentes em nossa cabeça. Nesta história, a atriz retorna às suas origens e traz ao teatro uma heroína negra. A pequena grande Mavi, menina inventora de palavras, braços e mãos tagarelas, dona de uma cabeleira enorme. Mavi cria suas aventuras, às vezes solitárias, outras recheadas de amigos: raízes, tranças, panos, árvores e animais. Numa fascinante saga de empoderamento feminino, a personagem faz dos cabelos o caminho para encontrar aceitação. Emaranhando a força, a beleza e a poesia da representatividade, com raízes que se espalham do olhar do palco ao dos espectadores. 

Ficha Técnica: 
Atuação e Idealização: Amarilis Irani.
Texto original e canções: Luan Valero.
Direção e coreografia: Marcio Moura.
Visagismo: Cleber de Oliveira.
Cenário e figurino: Raquel Theo.
Trilha original e direção musical: Natália Lepri.
Vozes da trilha: Felipe Casimiro e Silvia Borba.
Desenho de luz: Marcos Billé.
Montagem e operações técnicas: Fernanda Sabino. Adereços da Perna de Pau: Arise Assad.
Fotografias: Daniel Falcão.
Produção e coordenação: Arte, Movimento & Luz Produção Cultural.

Estudos Nº 1: Morte e Vida

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Grupo Magiluth (PE)

Horário: 19h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 16 anos

Duração: 80 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: A partir do poema dramático Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, o Grupo Magiluth propõe um estudo cênico sobre a trajetória de imigrantes que deixam o sertão nordestino e seguem o caminho do rio, em busca de melhores condições de vida e trabalho. O olhar híbrido e inquieto do coletivo pernambucano se volta, neste espetáculo, para os movimentos migratórios gerados por adversidades climáticas, políticas e questões sociais, buscando observá-los tanto em suas em suas analogias, quanto na heterogeneidade de seu conjunto. 

Ficha Técnica: 
Criação, dramaturgia e realização: Grupo Magiluth
Direção: Luiz Fernando Marques
Assistente de direção e direção musical: Rodrigo Mercadante
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Mário Sergio Cabral
Produção: Grupo Magiluth e Amanda Dias Leite

Cllã

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Concepção Alex Sander dos Santos (RS)

Horário: 21h

Local: Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 60 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: O espetáculo desenvolve-se em uma hipotética sala de estar, onde os móveis vão sendo dispostos conforme o espírito inquieto dos personagens. Uns partem, outros ficam, como num ambiente familiar, mas nem tanto. Inspirado levemente no universo de Wes Anderson, os personagens, numa relação dúbia, desfilam situações desconexas, desoladoras e sarcásticas.   

Ficha Técnica: 
Artistas/bailarinos: Alex Sander dos Santos, Lauren Lautert, Luciana Dariano, Rui Moreira
Artista/músico: Aldo D’Ibaños
Design e operação de luz: Fernando Ochôa
Produção: Marise Siqueira

21/05

Histórias de Circo sem Lona

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TIA Teatro (RS)

Horário: 14h

Local: Parque Farroupilha (Expedicionário)

Classificação etária: Livre

Duração: 40 minutos

Ingressos: entrada franca

Observação: em caso de chuva, a apresentação poderá sofrer alterações. Acompanhe pelo site http://www.sesc-rs.com.br/palcogiratorio/

Sinopse: O espetáculo mostra as artimanhas de três palhaços “sem eira, nem beira”, que não têm muitos dotes e precisam encontrar uma forma de ganhar a vida e conquistar o pão de cada dia. O palhaço apresentador (Stripulia) faz a ponte entre plateia e artistas, o segundo palhaço (Badanha) representa as grandes orquestras circenses e a palhaça (Fadiga) interpreta as atrações, fazendo uma alusão aos vários artistas que se apresentam nos circos. Os quadros são grandes números de enganação, mas que viram uma grande comunhão com o público, devido ao alto grau de simplicidade, ludicidade e, sobretudo, de cumplicidade que se estabelece. A execução e simpatia que os palhaços provocam no público tornam os números incríveis, mas por um olhar inverso ao da virtuose, é uma ótica que só os palhaços e aqueles que abrem o coração conseguem perceber, deixando de lado toda lógica e estética do cotidiano presente em nossas vidas. 

Ficha Técnica: 

Realização, produção e dramaturgia: Grupo TIA

Direção: Marcelo Militão

Figurino e maquiagem: Mariana Abreu

Adereços: Renan Leandro e Grupo TIA

Trilha sonora: Felipe Nunes e Grupo TIA

Elenco: Marcelo Militão, Mariana Abreu, Mário Ferrolho

Emaranhada

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Direção Marcio Moura (RJ)

Horário: 15h

Local: Sala Álvaro Moreyra (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: livre

Duração: 45 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Você já pensou no cabelo como uma árvore? Na raiz: é onde tudo começa. O espetáculo brota no palco valorizando as raízes ancestrais presentes em nossa cabeça. Nesta história, a atriz retorna às suas origens e traz ao teatro uma heroína negra. A pequena grande Mavi, menina inventora de palavras, braços e mãos tagarelas, dona de uma cabeleira enorme. Mavi cria suas aventuras, às vezes solitárias, outras recheadas de amigos: raízes, tranças, panos, árvores e animais. Numa fascinante saga de empoderamento feminino, a personagem faz dos cabelos o caminho para encontrar aceitação. Emaranhando a força, a beleza e a poesia da representatividade, com raízes que se espalham do olhar do palco ao dos espectadores. 

Ficha Técnica: 
Atuação e Idealização: Amarilis Irani.
Texto original e canções: Luan Valero.
Direção e coreografia: Marcio Moura.
Visagismo: Cleber de Oliveira.
Cenário e figurino: Raquel Theo.
Trilha original e direção musical: Natália Lepri.
Vozes da trilha: Felipe Casimiro e Silvia Borba.
Desenho de luz: Marcos Billé.
Montagem e operações técnicas: Fernanda Sabino. Adereços da Perna de Pau: Arise Assad.
Fotografias: Daniel Falcão.
Produção e coordenação: Arte, Movimento & Luz Produção Cultural.

Estudos Nº 1: Morte e Vida

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Grupo Magiluth (PE)

Horário: 19h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 16 anos

Duração: 80 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: A partir do poema dramático Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, o Grupo Magiluth propõe um estudo cênico sobre a trajetória de imigrantes que deixam o sertão nordestino e seguem o caminho do rio, em busca de melhores condições de vida e trabalho. O olhar híbrido e inquieto do coletivo pernambucano se volta, neste espetáculo, para os movimentos migratórios gerados por adversidades climáticas, políticas e questões sociais, buscando observá-los tanto em suas em suas analogias, quanto na heterogeneidade de seu conjunto. 

Ficha Técnica: 
Criação, dramaturgia e realização: Grupo Magiluth
Direção: Luiz Fernando Marques
Assistente de direção e direção musical: Rodrigo Mercadante
Elenco: Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Giordano Castro, Lucas Torres e Mário Sergio Cabral
Produção: Grupo Magiluth e Amanda Dias Leite

Cllã

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Concepção Alex Sander dos Santos (RS)

Horário: 21h

Local: Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 60 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: O espetáculo desenvolve-se em uma hipotética sala de estar, onde os móveis vão sendo dispostos conforme o espírito inquieto dos personagens. Uns partem, outros ficam, como num ambiente familiar, mas nem tanto. Inspirado levemente no universo de Wes Anderson, os personagens, numa relação dúbia, desfilam situações desconexas, desoladoras e sarcásticas.   

Ficha Técnica: 
Artistas/bailarinos: Alex Sander dos Santos, Lauren Lautert, Luciana Dariano, Rui Moreira
Artista/músico: Aldo D’Ibaños
Design e operação de luz: Fernando Ochôa
Produção: Marise Siqueira

22/05

Um Dia, Uma Palhaça

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Odelta Simonetti (RS)

Horário: 11h

Local: Parque Farroupilha (Expedicionário)

Classificação etária: Livre

Duração: 40 minutos

Ingressos: entrada franca

Observação: em caso de chuva, a apresentação poderá sofrer alterações. Acompanhe pelo site http://www.sesc-rs.com.br/palcogiratorio/

Sinopse: Um dia, Uma palhaça é uma história de busca de quem se é e do que se pode ser e fazer. Rarley Davidson faz parte do grande Circus Davidson, conhecido por seus números de alta periculosidade, onde quem leva a fama são seus irmãos, pai e tios – os homens da família. Ela passa a vida no globo da morte, pulando em copo d’água, colocando a mão na boca do leão, até que um dia seu pai lhe diz: – Rarley minha filha, está na hora de você ter seu próprio número de circo! Ela então, se vê diante de um dilema, as queridas lembranças do passado e as muitas possibilidades que o futuro aponta. Continuar com seus irmãos no circo ou sair em busca dos seus sonhos? 

Ficha Técnica: 
Direção: Ana Fuchs
Trilha sonora original: Esmeralda Frizzo e Felipe Tomiello Kuquertt
Figurinos: Rachel Zílio
Cenário: Felipe Tomiello Kuquertt
Arte Gráfica: Douglas Trancoso e Giovana Mazzochi
Produção Geral: Odelta Simonetti

Circo de Horrores e Maravilhas

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Oigalê (RS)

Horário: 13h

Local: Parque Farroupilha (Cancha de Bocha)

Classificação etária: Livre

Duração: 45 minutos

Ingressos: entrada franca

Observação: em caso de chuva, a apresentação poderá sofrer alterações. Acompanhe pelo site http://www.sesc-rs.com.br/palcogiratorio/

Sinopse: Farsa baseada nos tradicionais circos dos horrores do início do século passado, que exibiam pessoas “diferentes” como objetos de diversão. O espetáculo reflete sobre a exclusão, de uma forma divertida e poética. A barbada, a gigante, as siamesas, são algumas das atrações internacionais que descortinam suas histórias. Mulheres que evidenciam a superação de dificuldades, frequentemente vividas por aqueles que não se enquadram nos padrões de normalidade impostos pela sociedade. O espetáculo conta com o recurso de acessibilidade na Língua Brasileira de Sinais (Libras), executado pelas próprias atrizes. 

Ficha Técnica: 
Texto e trilha Sonora: Fernando Kike Barbosa e Vera Parenza.
Direção: Cláudia Sachs e Vera Parenza.
Atuação: Mariana Hörlle e Vera Parenza.
Preparação e direção musical: Simone Rasslan.
Arranjos: Beto Chedid.
Tradução para Libras: Luciano Abreu.
Figurinos e adereços: Alexandre Magalhães e Silva.
Cenografia: Luís Marasca.
Assistente de cenografia: Lia Rodrigues.
Produção: Hamilton Leite, Ilson Fonseca e Vera Parenza.

Preta Mina: O Fim do Silêncio, o Eco do Incômodo

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Preta Mina (RS)

Horário: 19h

Local: Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 40 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: São nove caminhos. Nove ramificações da mesma raiz. Nove paradas pelas histórias que carrego. São nove vezes que eu reflito. Nove falas. Nove portas. Nove. Enquanto descubro os desdobramentos de ser mulher, preta e brasileira, descubro também a minha voz, o meu corpo e as vivências minhas e daquelas que vieram antes de mim. O espetáculo traz para a cena a busca da artista pela descoberta da sua voz e da sua história. História que, ao mesmo tempo pessoal, é vista em tantas outras mulheres brasileiras. Histórias contadas oralmente, histórias apagadas e que são reveladas insistentemente pelas mãos curiosas daquelas que não mais serão silenciadas. não identificação, procura, raízes, morte, corpo casulo, plantar, colher, florescer, ecoar! A peça, criada através dos poemas da artista Preta Mina, aborda de uma forma performática e poética as percepções da artista sobre o mundo, suas relações em comunidade, sua arte e sua ancestralidade. Guiada pelo número nove, com regência de Oyá, sua mãe, dona do movimento e dos ventos, Preta Mina exalta os caminhos da vida e as mudanças da consciência, a evolução da ideia e a constante procura pelo crescimento pessoal.   

Ficha Técnica: 
Elenco: Preta Mina e Silvania Rodrigues
Dramaturgia: Preta Mina
Direção: Silvania Rodrigues e Álvaro Rosa Costa
Músicas: Álvaro  Rosa Costa  e Preta Mina
Iluminação e videografia: Ricardo Vívian
Cenário: Flávio Moreira
Caracterização: Guilhermo Capelli
Produção: Ellen Correia

24/05

As Flores do Meu Jardim

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Fita Crepe Cia de Teatro (RS)

Horário: 19h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 12 anos

Duração: 40 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Um drama mudo, onde o palhaço, personagem único deste trabalho, interpreta e expõe um mundo de intimidades, lutas interiores e fraquezas. Representando o subconsciente do ser humano moderno, e a atual insegurança do mundo. Refugiado em seu porão, desenvolve uma série de situações onde a cada nova derrota usa uma válvula de escape para o desabafo. É um grito de socorro com o qual muitas pessoas se identificam. Um espetáculo carregado de simbologias que transporta o público a uma reflexão interior, representada em cena, culminando num final apoteótico, resgatando os medos internos e mostrando uma luz, uma flor, uma lágrima, um sorriso de esperança. 

Ficha Técnica: 
Direção, roteiro, cenário, figurino, elementos: Cleber Monteiro de Melo e Tomé Rodrigues
Trilha sonora: Tomé Rodrigues
Sonoplasta e técnico de som: Thiago Bergmann Vitória
Iluminação: Cleber Monteiro de Melo
Elenco/maquiagem: Tomé Rodrigues
Contrarregra: Marcelo Dias
Produção: Fita Crepe Cia de Teatro

A Reminiscência dos Tambores do Corpo no Âmago dos Homens Ifá na Crença do Maria, Marias

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Cia de Dança Afro Daniel Amaro (RS)

Horário: 19h

Local: Sala Álvaro Moreyra (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 40 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: O espetáculo aborda a retirada dos negros da África até a contemporaneidade brasileira. Remetendo ao cotidiano africano, o espetáculo agrega movimentos que evocam a dança, os ritmos e a religiosidade da cultura africana, demonstrando a mescla cultural existente entre a África e o Brasil, além da reconstrução da identidade baseada na crença e na fé. Assim, a obra descreve uma tentativa de buscar a essência perdida de cada indivíduo, possibilitando a criação de novas formas de viver e de se expressar. E é quando relembramos de nossa história, do nosso ponto de partida, de nossas vivências no transcorrer do tempo, que enxergamos a importância de se preservar a essência de cada indivíduo na criação de novas formas de viver. 

Ficha Técnica: 
Bailarino, coreografia e direção artística: Daniel Amaro
Iluminação e técnico de som Marcelo Donini
Contrarregra: Douglas Passos
Trilha: Doudou N’adye Rose, Astor Piazzolla, Aka Mon e Doudou N’adye Rose, Güem, Edu da Matta e Jucá de Leon, Bira Reis, YoYo Man e Bob Macferrin
Edição de áudio: Diogo Garcia e Carlos Eduardo Ferreira
Edição de imagens: Marcelo Vergara
Figurino: Ana Claudia Santos

25/05

A Reminiscência dos Tambores do Corpo no Âmago dos Homens Ifá na Crença do Maria, Marias

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Cia de Dança Afro Daniel Amaro (RS)

Horário: 19h

Local: Sala Álvaro Moreyra (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 40 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: O espetáculo aborda a retirada dos negros da África até a contemporaneidade brasileira. Remetendo ao cotidiano africano, o espetáculo agrega movimentos que evocam a dança, os ritmos e a religiosidade da cultura africana, demonstrando a mescla cultural existente entre a África e o Brasil, além da reconstrução da identidade baseada na crença e na fé. Assim, a obra descreve uma tentativa de buscar a essência perdida de cada indivíduo, possibilitando a criação de novas formas de viver e de se expressar. E é quando relembramos de nossa história, do nosso ponto de partida, de nossas vivências no transcorrer do tempo, que enxergamos a importância de se preservar a essência de cada indivíduo na criação de novas formas de viver. 

Ficha Técnica: 
Bailarino, coreografia e direção artística: Daniel Amaro
Iluminação e técnico de som Marcelo Donini
Contrarregra: Douglas Passos
Trilha: Doudou N’adye Rose, Astor Piazzolla, Aka Mon e Doudou N’adye Rose, Güem, Edu da Matta e Jucá de Leon, Bira Reis, YoYo Man e Bob Macferrin
Edição de áudio: Diogo Garcia e Carlos Eduardo Ferreira
Edição de imagens: Marcelo Vergara
Figurino: Ana Claudia Santos

Líricas Sulinas

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Direção musical de Clarissa Ferreira (RS)
Participação especial de Lia de Itamaracá (PE) e Valéria Barcellos (RS)

Horário: 21h

Local: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 70 minutos

Ingressos: R$ 50 inteira público geral e R$ 25 meia-entrada (professores, estudantes, idosos com mais de 60 anos e classe artística)

Sinopse: Participações especiais: Lia de Itamaracá e Valéria Barcellos

Melodias, versos, instrumentos musicais, tudo circula na cultura popular brasileira e transita em memórias ancestrais através de corpos que ressoam. Celebrando o curso do tempo e suas bricolagens sonoras, no espetáculo Líricas Sulinas, milonga, ciranda e candombe se encontram, formando o relevo por onde brotam as vozes de muitas eras, evocando as mulheres que vieram antes, vislumbrando e tecendo o presente. Nesta performance, o grupo de musicistas e compositoras gaúchas composto por  Ana Matielo, Emily Borghetti, leguero, Nina Fola, Tamiris Duarte e Clarissa Ferreira recebem orgulhosamente a cirandeira pernambucana Lia de Itamaracá e a multiartista Valéria Barcellos para celebrar e reverenciar as mulheres na música e na cultura popular brasileira. Em seus repertórios, cantam e tocam suas corporalidades, suas visões de mundo e suas relações com o lugar onde vivem, expandindo e ressignificando as possibilidades de soar e de ser. 

Ficha Técnica: 
Mucisitas: Ana Matielo, Clarissa Ferreira, Emily Borghetti, Nina Fola, Tamiris Duarte
Direção artística e musical: Clarissa Ferreira
Direção cênica: Kalisy Cabeda
Iluminação: Carol Zimmer
Vídeo mapping e cenografia: Jana Castoldi
Stylist: Julha Franz
Fotos e vídeos: 229 visuais

26/05

Paixão Viva

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Ítala Nandi (RJ)

Horário: 19h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 14 anos

Duração: 90 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Ícone da cultura brasileira, com trajetória marcante tanto no cinema como no teatro e na televisão, a atriz Ítala Nandi estreia esse solo performático com o qual comemora seus 80 anos. Escrito por Ítala e o cineasta Evaldo Mocarzel, que também a dirige, o monólogo lança luz na brilhante trajetória da atriz e escritora. Uma das co-fundadoras do Teatro Oficina – ao lado de Zé Celso Martinez Corrêa e Renato Borghi -, foi musa do cinema nacional por duas décadas, protagonista do primeiro nu de uma mulher no teatro brasileiro e intérprete de memoráveis personagens no palco e na TV. A atriz revisita personagens, criando diálogos imaginários com pessoas que influenciaram profundamente a sua vida e arte, sem fronteiras definidas. Nesta narrativa, Ítala transita entre passado, presente e futuro. Em seu corpo, cenas são projetadas e há também um diálogo com o espectador. 

Ficha Técnica: 
Texto: Ítala Nandi e Evaldo Mocarzel
Interpretação: Ítala Nandi
Direção: Evaldo Mocarzel
Fotografia: Felipe O’Neill
Assistente de direção e produção: Guilherme Scarpa
Assistente de produção: Letícia Santos
Projeções e edição de imagens ao vivo: Christiann Fonseca
Direção de Arte: Vicente Saldanha

Cabeça (Um Documentário Cênico)

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Complexo Duplo (RJ)

Horário: 20h

Local: Teatro Bruno Kiefer (Rua dos Andradas, 736, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 16 anos

Duração: 110 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Oito artistas em cena, numa formação que alude a uma banda de rock, executam todas as canções do álbum Cabeça Dinossauro, dos Titãs, permeadas por cenas e projeções que desenham um painel dos acontecimentos emblemáticos nacionais e mundiais dos anos 1980 e dialogam com imagens e referências do Brasil e do mundo nos tempos atuais. Na 29ª edição do Prêmio Shell RJ, o espetáculo foi vencedor na categoria melhor música e recebeu a indicação de melhor autor. Foi vencedor do 6º Prêmio Questão de Crítica e indicado ao Prêmios APTR RJ, nas categorias melhor autor e melhor música, além de Cesgranrio, nas categorias melhor texto e melhor direção musical. 

Ficha Técnica: 
Dramaturgia, idealização, cenografia e direção: Felipe Vidal
Elenco: Anna Paula Black, Felipe Antello, Felipe Vidal, Guilherme Miranda, Gui Stutz, Lucas Gouvêa, Luciano Moreira e Rafa Sieg
Diretor assistente: Rafael Sieg
Direção musical: Luciano Moreira e Felipe Vidal
Direção de movimento: Denise Stutz
Iluminação: Tomás Ribas
Figurinos: Flavio Souza
Videografismo e programação visual: Eduardo Souza
Interlocução dramatúrgica: Daniele Avila Small
Assistência de direção: Tainá Nogueira
Desenho de som: Branco Ferreira
Direção de produção: Luísa Barros
Realização: Complexo Duplo

Em Chamas - INGRESSOS ESGOTADOS

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INGRESSOS ESGOTADOS

 

Direção Matheus Melchionna (RS)

Horário: 21h

Local: Sala Álvaro Moreyra (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: 14 anos

Duração: 95 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Estamos à flor da pele. Qualquer atrito gera fagulha, que gera faísca, que faz pegar fogo. E o fogo é uma coisa imprevisível. A partir de quatro histórias, o espetáculo convida a uma reflexão sobre a exposição dos nossos fracassos enquanto coletividade. Democracia, violência, livre-arbítrio, compaixão e alteridade são pontos temáticos abordados em microuniversos que querem ser ouvidos. Um segregacionista faz um relato brutal sobre as chamas ocultas que incendiaram seu país. A apresentadora do programa “Saiba a Verdade” revela situações cotidianas extremas. O mestre de cerimônias propõe um jogo fatal onde uma plateia enuncia suas famosas últimas palavras. Uma figura clama pelo fim da violência, fazendo uma invocação aos deuses da democracia: as pessoas. Quatro personagens unidos pela barbárie presente em nós mesmos. Mundos completamente diferentes, mas todos “Em Chamas”!

Ficha Técnica: 
Elenco: Denizeli Cardoso, Gabriela Greco, Lauro Fagundes e Luiz Manoel
Direção: Matheus Melchionna
Dramaturgia: Manjula Padmanabhan
Tradução: Manoela Wolff
Cenografia: Paula Pinheiro e Matheus Melchionna
Figurinos: Antônio Rabàdan
Iluminação: Carol Zimmer
Assistência de iluminação: Betina Carminatti
Trilha Sonora original: Vitório O. Azevedo
Vídeos: Paula Pinheiro
Maquiagem: Juliane Senna
Vozes em off: Carlos Azevedo e Úrsula Collischonn
Produção: Centauro Produções
Realização: Coletivo Em Chamas

27/05

Paixão Viva

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Ítala Nandi (RJ)

Horário: 19h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 14 anos

Duração: 90 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Ícone da cultura brasileira, com trajetória marcante tanto no cinema como no teatro e na televisão, a atriz Ítala Nandi estreia esse solo performático com o qual comemora seus 80 anos. Escrito por Ítala e o cineasta Evaldo Mocarzel, que também a dirige, o monólogo lança luz na brilhante trajetória da atriz e escritora. Uma das co-fundadoras do Teatro Oficina – ao lado de Zé Celso Martinez Corrêa e Renato Borghi -, foi musa do cinema nacional por duas décadas, protagonista do primeiro nu de uma mulher no teatro brasileiro e intérprete de memoráveis personagens no palco e na TV. A atriz revisita personagens, criando diálogos imaginários com pessoas que influenciaram profundamente a sua vida e arte, sem fronteiras definidas. Nesta narrativa, Ítala transita entre passado, presente e futuro. Em seu corpo, cenas são projetadas e há também um diálogo com o espectador. 

Ficha Técnica: 
Texto: Ítala Nandi e Evaldo Mocarzel
Interpretação: Ítala Nandi
Direção: Evaldo Mocarzel
Fotografia: Felipe O’Neill
Assistente de direção e produção: Guilherme Scarpa
Assistente de produção: Letícia Santos
Projeções e edição de imagens ao vivo: Christiann Fonseca
Direção de Arte: Vicente Saldanha

Dois (Mundos) - Volume 1: Coração

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Complexo Duplo (RJ)

Horário: 20h

Local:  Teatro Bruno Kiefer (Rua dos Andradas, 736, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 16 anos

Duração: 105 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: O ponto de partida é o disco Dois, da banda Legião Urbana, uma obra que em si contém dois universos – o dos rocks de contestação e o das canções de amor. Dividido em três etapas, a projeto “Dois (Mundos)” traz sua primeira parte, “Volume I: Coração”, focada na temática dos relacionamentos amorosos e nas quatro primeiras faixas do álbum: “Daniel na cova dos leões”, “Quase sem querer”, “Acrilic on Canvas” e “Eduardo e Mônica”. Como o disco foi lançado há 36 anos, a peça de teatro documentário olha para o futuro e conversa com o ano de 2058, 36 anos para frente deixando para as próximas gerações um registro deste nosso conturbado momento atravessado pelas crises sanitária e ética. Todas as músicas são executadas ao vivo pelo elenco. 

Ficha Técnica: 
Direção, dramaturgia final e concepção cenográfica: Felipe Vidal
Colaboração dramatúrgica: Leonardo Corajo
Diretor assistente: Rafa Sieg
Elenco: Anna Paula Black, Felipe Antello, Felipe Vidal, Guilherme Miranda, Gui Stutz, Lucas Gouvêa, Luciano Moreira, Rafa Sieg, Tainá Nogueira e participação de Carol Fazu em vídeo
Direção musical e arranjos: Luciano Moreira e Felipe Vidal
Figurinos: Flavio Souza
Iluminação: Felipe Antello e Vilmar Olos
Concepção cenográfica: Felipe Vidal
Videografismo e programação visual: Eduardo Souza
Edição de vídeos: Felipe Vidal e Guilherme Miranda
Produção: Luísa Barros e Paulo Mattos
Redes sociais: Lucas Gouvêa
Assessoria de imprensa: JSPontes – João Pontes e Stella Stephany
Realização: Complexo Duplo

Palácio do Fim

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Incomode-te (RS)

Horário: 21h

Local: Sala Álvaro Moreyra (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: 14 anos

Duração: 90 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Baseado em histórias reais, Palácio do Fim, texto da renomada dramaturga canadense Judith Thompson, retrata três visões sobre a Guerra do Iraque: “Minhas Pirâmides”, que conta a história da militar Lynndie England, internacionalmente conhecida pela mídia por ser a carcereira fotografada aos sorrisos enquanto torturava prisioneiros iraquianos. “Colinas de Horrowdown” traz David Kelly, o inspetor de armas que tornou público o fato de que as armas de destruição de massas procuradas por George W. Bush e Tony Blair no Iraque não existiam, e “Instrumentos de Angústia”, onde Nehrjas Al Saffarh, relembra suas memórias durante a Guerra do Golfo. A obra conta a história de pessoas reais, uma reflexão humanista sobre as tênues fronteiras éticas, morais e políticas que uma guerra envolve.

Ficha Técnica: 
Texto: Judith Thompson
Tradução, figurinos: Liane Venturella e Carlos Ramiro Fensterseifer
Direção: Carlos Ramiro Fensterseifer
Elenco: Liane Venturella e Nelson Diniz
Participação especial: Fabiane Severo e Sandra Possani
Trilha Sonora: Angelo Primon
Iluminação: Nara Maia
Cenário: Alexandre Navarro Moreira
Adereços: Valéria Verba
Direção dos vídeos: Guilherme Carravetta de Carli
Pesquisa dos vídeos: Martina Pilau
Operação de som: Eduarda Rhoden
Técnico de vídeo: Nelson Azevedo
Foto: Regina Peduzzi Protskof.
Produção artística: Letícia Vieira.
Produção: Cia Incomode-te-Te e Primeira Fila Produções
Realização: Cia Incomode-Te

28/05

Tão Longe, Tão Perto, Tão Perto, Tão

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Ânima Cia de Dança (RS)

Horário: 18h

Local: Teatro do Sesc Alberto Bins (Av. Alberto Bins, 665, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 50 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Tão longe, Tão perto, Tão perto, Tão é um espetáculo de dança contemporânea que flerta com as linguagens do teatro e da performance. Nele, há uma instalação cenográfica: uma casa translúcida onde as bailarinas se relacionam. Vemos, na poética dos corpos em movimento, questões intrínsecas ao feminino, a relação intensa e delicada entre duas mulheres, um amor, a busca por um encontro. O público se torna voyeur do convívio que se dá dentro desta casa. A diretora Eva Schul, um dos mais importantes nomes da dança do país, busca nesse trabalho ressignificar a questão de gênero, desvelando as subjetividades por baixo do vínculo afetivo entre duas mulheres. 

Ficha Técnica: 
Direção: Eva Schul
Intérpretes criadoras e produção: Renata de Lélis e Viviane Lencina
Desenho de luz: Guto Greca
Trilha sonora: Felipe de Paula
Operador de som e luz: Kyrie Isnard
Figurino: Luciane Soares
Cenário: Maira Coelho
Produção: Renata de Lélis e Viviane Lencina
Arte Gráfica: Lícia Arosteguy e Andre Varela
Fotos: João Mattos, Jorge Bueno e Edu Rabin
Realização: Ânima Cia de Dança

Kintsugi, 100 Memórias

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INGRESSOS ESGOTADOS

 

LUME Teatro (SP)

Horário: 19h

Local: Sala Álvaro Moreyra (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: 16 anos

Duração: 120 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Uma proposta cênica que, partindo dos limites da teatralidade e de modo fragmentário, tenta aproximar-se de uma ideia de memória não linear nem bucólica, mas sim uma memória que apresenta o gesto da vontade no ato de lembrar. Para nós, a memória não é nem monumentalista, nem autocomplacente. E, sim, um exercício do presente para revisitar as crises passadas, os erros cometidos, as cicatrizes – pessoais e coletivas – que a história nos deixou e, assim, corrigir o nosso futuro. É o reencontro com a dor como ato de superação. Em termos cênicos, o espetáculo busca assumir as premissas conceituais anteriormente narradas e propõe, a partir da exibição de 100 memórias, uma dramaturgia autoficcional desconstruída de maneira não narrativa que transita perifericamente pela história dos intérpretes, suas histórias em grupo e, como projeção, pela história dos espectadores. Kintsugui, ou a beleza da imperfeição, é uma palavra japonesa que significa emenda com ouro. Essa arte consiste em reparar cerâmica quebrada com uma mistura de laca e pó de ouro, prata ou platina. 

Ficha Técnica: 
Criação: Ana Cristina colla, Emilio García Wehbi, Jesser de Souza, Pedro Kosovski, Raquel Scotti Hirson e Renato Ferracini
Direção: Emilio Gracía Wehbi
Dramaturgia: Pedro Kosovski
Atuação: Ana Cristina Colla, Jesser de Souza, Raquel Scotti Hirson e Renato Ferracini
Desenho sonoro: Janete El Haouli e José Augusto Mannis
Projeção acústica: José Augusto Mannis
Iluminação: Eduardo Albergaria
Orientação coreográfica: Jussara Miller
Fotografia: Alessandro Soave e Arthur Amaral
Design gráfico: Arthur Amaral – Zumbido Cultural
Administração: Giselle Bastos
Direção de produção: Cynthia Margareth – Aflorar Cultura
Produção: LUME – Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais – UNICAMP

Dois (Mundos) - Volume 1: Coração

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Complexo Duplo (RJ)

Horário: 20h

Local:  Teatro Bruno Kiefer (Rua dos Andradas, 736, Centro – Porto Alegre)

Classificação etária: 16 anos

Duração: 105 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: O ponto de partida é o disco Dois, da banda Legião Urbana, uma obra que em si contém dois universos – o dos rocks de contestação e o das canções de amor. Dividido em três etapas, a projeto “Dois (Mundos)” traz sua primeira parte, “Volume I: Coração”, focada na temática dos relacionamentos amorosos e nas quatro primeiras faixas do álbum: “Daniel na cova dos leões”, “Quase sem querer”, “Acrilic on Canvas” e “Eduardo e Mônica”. Como o disco foi lançado há 36 anos, a peça de teatro documentário olha para o futuro e conversa com o ano de 2058, 36 anos para frente deixando para as próximas gerações um registro deste nosso conturbado momento atravessado pelas crises sanitária e ética. Todas as músicas são executadas ao vivo pelo elenco. 

Ficha Técnica: 
Direção, dramaturgia final e concepção cenográfica: Felipe Vidal
Colaboração dramatúrgica: Leonardo Corajo
Diretor assistente: Rafa Sieg
Elenco: Anna Paula Black, Felipe Antello, Felipe Vidal, Guilherme Miranda, Gui Stutz, Lucas Gouvêa, Luciano Moreira, Rafa Sieg, Tainá Nogueira e participação de Carol Fazu em vídeo
Direção musical e arranjos: Luciano Moreira e Felipe Vidal
Figurinos: Flavio Souza
Iluminação: Felipe Antello e Vilmar Olos
Concepção cenográfica: Felipe Vidal
Videografismo e programação visual: Eduardo Souza
Edição de vídeos: Felipe Vidal e Guilherme Miranda
Produção: Luísa Barros e Paulo Mattos
Redes sociais: Lucas Gouvêa
Assessoria de imprensa: JSPontes – João Pontes e Stella Stephany
Realização: Complexo Duplo

De Tempo Somos - Um Sarau do Grupo Galpão

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Grupo Galpão (MG)

Horário: 21h

Local: Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 70 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: O espetáculo celebra o encontro da música com o teatro, que se tornou marca registrada do Grupo Galpão em seus quase 40 anos de história. Reunindo canções, poesia e festa, o espetáculo apresenta 25 músicas do repertório do grupo – de montagens antigas até trabalhos recentes, incluindo canções de workshops – além de textos sobre a passagem do tempo e o processo de criação artística. Com direção de Lydia Del Picchia e Simone Ordones, o sarau lança aos atores o desafio de se reinventarem em cena, se aproximando ainda mais do público, a quem são dedicadas algumas das canções.  

Ficha Técnica: 
Elenco: Antonio Edson, Beto Franco, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Lydia Del Picchia, Luiz Rocha (ator convidado), Júlio Maciel, Paulo André, Simone Ordones
Direção: Lydia Del Picchia e Simone Ordones
Direção musical, arranjos e trilha sonora: Luiz Rocha
Pesquisa de texto: Eduardo Moreira
Figurino: Paulo André
Preparação vocal: Babaya
Preparação corporal: Fernanda Vianna
Iluminação: Rodrigo Marçal
Design sonoro: Vinícius Alves
Aulas de percussão: Sérgio Silva
Assessoria na cena “A carteira”: Diego Bagagal
Assessoria de iluminação: Chico Pelúcio
Revisão de textos: Arildo de Barros
Voz em off: Teuda Bara
Fragmentos de textos: Eduardo Galeano, Charles Baudelaire, Olga Knipper, Jack Kerouak, Nelson Rodrigues, Anton Tchékhov, José Saramago, Paulo Leminski e Calderón de La Barca

29/05

Deus e o Diabo na Terra da Miséria - TRANSFERIDO PARA 18/06

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Espetáculo transferido para 18/06, devido a previsão de chuva.

Faísca D’Água: O Encontro da Natureza com a Humanidade - TRANSFERIDO PARA 18/06

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Espetáculo transferido para 18/06, devido a previsão de chuva.

Kintsugi, 100 Memórias

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INGRESSOS ESGOTADOS

 

Lume Teatro (SP)

Horário: 19h

Local: Sala Álvaro Moreyra (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: 16 anos

Duração: 120 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: Uma proposta cênica que, partindo dos limites da teatralidade e de modo fragmentário, tenta aproximar-se de uma ideia de memória não linear nem bucólica, mas sim uma memória que apresenta o gesto da vontade no ato de lembrar. Para nós, a memória não é nem monumentalista, nem autocomplacente. E, sim, um exercício do presente para revisitar as crises passadas, os erros cometidos, as cicatrizes – pessoais e coletivas – que a história nos deixou e, assim, corrigir o nosso futuro. É o reencontro com a dor como ato de superação. Em termos cênicos, o espetáculo busca assumir as premissas conceituais anteriormente narradas e propõe, a partir da exibição de 100 memórias, uma dramaturgia autoficcional desconstruída de maneira não narrativa que transita perifericamente pela história dos intérpretes, suas histórias em grupo e, como projeção, pela história dos espectadores. Kintsugui, ou a beleza da imperfeição, é uma palavra japonesa que significa emenda com ouro. Essa arte consiste em reparar cerâmica quebrada com uma mistura de laca e pó de ouro, prata ou platina. 

Ficha Técnica: 
Criação: Ana Cristina colla, Emilio García Wehbi, Jesser de Souza, Pedro Kosovski, Raquel Scotti Hirson e Renato Ferracini
Direção: Emilio Gracía Wehbi
Dramaturgia: Pedro Kosovski
Atuação: Ana Cristina Colla, Jesser de Souza, Raquel Scotti Hirson e Renato Ferracini
Desenho sonoro: Janete El Haouli e José Augusto Mannis
Projeção acústica: José Augusto Mannis
Iluminação: Eduardo Albergaria
Orientação coreográfica: Jussara Miller
Fotografia: Alessandro Soave e Arthur Amaral
Design gráfico: Arthur Amaral – Zumbido Cultural
Administração: Giselle Bastos
Direção de produção: Cynthia Margareth – Aflorar Cultura
Produção: LUME – Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais – UNICAMP

De Tempo Somos - Um Sarau do Grupo Galpão

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Grupo Galpão (MG)

Horário: 21h

Local: Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307, Menino Deus – Porto Alegre)

Classificação etária: Livre

Duração: 70 minutos

Ingressos: R$ 30 inteira público geral e R$ 15 meia-entrada (Usuários do Cartão Sesc/Senac nas Categorias Comércio e Serviços ou Empresários, estudantes, classe artística, idosos com mais de 60 anos)

Sinopse: O espetáculo celebra o encontro da música com o teatro, que se tornou marca registrada do Grupo Galpão em seus quase 40 anos de história. Reunindo canções, poesia e festa, o espetáculo apresenta 25 músicas do repertório do grupo – de montagens antigas até trabalhos recentes, incluindo canções de workshops – além de textos sobre a passagem do tempo e o processo de criação artística. Com direção de Lydia Del Picchia e Simone Ordones, o sarau lança aos atores o desafio de se reinventarem em cena, se aproximando ainda mais do público, a quem são dedicadas algumas das canções.  

Ficha Técnica: 
Elenco: Antonio Edson, Beto Franco, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Lydia Del Picchia, Luiz Rocha (ator convidado), Júlio Maciel, Paulo André, Simone Ordones
Direção: Lydia Del Picchia e Simone Ordones
Direção musical, arranjos e trilha sonora: Luiz Rocha
Pesquisa de texto: Eduardo Moreira
Figurino: Paulo André
Preparação vocal: Babaya
Preparação corporal: Fernanda Vianna
Iluminação: Rodrigo Marçal
Design sonoro: Vinícius Alves
Aulas de percussão: Sérgio Silva
Assessoria na cena “A carteira”: Diego Bagagal
Assessoria de iluminação: Chico Pelúcio
Revisão de textos: Arildo de Barros
Voz em off: Teuda Bara
Fragmentos de textos: Eduardo Galeano, Charles Baudelaire, Olga Knipper, Jack Kerouak, Nelson Rodrigues, Anton Tchékhov, José Saramago, Paulo Leminski e Calderón de La Barca

18/06

Deus e o Diabo na Terra da Miséria

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Oigalê (RS)

Horário: 11h

Local: Parque Farroupilha (Cancha de Bocha)

Classificação etária: Livre

Duração: 50 minutos

Ingressos: entrada franca

Observação: em caso de chuva, a apresentação poderá sofrer alterações. Acompanhe pelo site http://www.sesc-rs.com.br/palcogiratorio/

Sinopse: O espetáculo, que estreou em 1999 e tem 23 anos de atuação, é baseado no Capítulo XXI do Livro Dom Segundo Sombra, de Ricardo Güiraldes. Essa é uma farsa gaudéria que aborda o universo de Miséria, um gaúcho dono de uma ferraria que certo dia recebe a visita de Nosso Senhor e São Pedro. É agraciado com três pedidos, com os quais engana os diabos. Mas Miséria, por ter enganado Deus e o Diabo, não entrou no céu e nem no inferno, por isso se diz que desde então a miséria ficou vagando pelo mundo.   

Ficha Técnica: 
Texto e Direção: Hamilton Leite
Atores: Bruna Espinosa, Hamilton Leite, Jordan Maia, Mariana Hörlle, Paulo Roberto Farias
Música: Jackson Zambelli e Gustavo Finkler
Produção: Oigalê Cooperativa de Artistas Teatrais

Faísca D’Água: O Encontro da Natureza com a Humanidade

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Grupo Ueba Produtos Notáveis (RS)

Horário: 13h

Local: Parque Farroupilha (Expedicionário)

Classificação etária: Livre

Duração: 50 minutos

Ingressos: entrada franca

Observação: em caso de chuva, a apresentação poderá sofrer alterações. Acompanhe pelo site http://www.sesc-rs.com.br/palcogiratorio/

Sinopse: Faísca D’Água aborda a importância da preservação dos saberes e fazeres do povo brasileiro, iniciando pelas tradições dos povos originários, a chegada dos europeus e dos africanos, até os atuais imigrantes. Tem como mote o embate entre natureza e humanidade, uma vez que, no enredo, a natureza resolve tirar a água da humanidade. O ponto de partida é o encontro de dois seres cheios de sabedoria: um representa a magnitude dos seres humanos e seus modos de cultivo, e o outro está ligado à terra, seus elementos, geografia, fauna e flora. O encontro desses personagens faz o público refletir sobre mitos, lendas, cultivos, partindo de suas origens e de como eles constroem a identidade de um povo a partir da diversidade.   

Ficha Técnica: 
Elenco: Jonas Piccoli, Luíza Pezzi, Pablo Beluck e Maicon Lionço
Técnica: Maicon Borges
Dramaturgia e direção: Jonas Piccoli
Pesquisa Historiográfica: Jonas Piccoli e Marcelo Caon
Figurino: Daniel Lion
Produção: Grupo Ueba Produtos Notáveis e Centro Cultural Moinho da Cascata

REALIZAÇÃO