Com o propósito de incentivar a leitura e a produção literária, o Sistema Fecomércio-RS/Sesc apresenta o Arte da Palavra – Rede Sesc de Leituras, um projeto voltado para ações formativas e de fruição literária, que abrange diversos públicos e faixas etárias distintas, para valorizar obras e escritores brasileiros, as novas formas de produção literária e os discursos periféricos emergentes. Deste modo, as diferentes frentes contempladas pelo projeto contribuem para a democratização do acesso à leitura, um dos pilares para o desenvolvimento social e cultural do país. A atividade já iniciou em alguns dos 13 estados contemplados pelo projeto, e no Rio Grande do Sul será nos meses de junho e setembro.


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:: OFICINA:
A LITERATURA NO CELULAR: INTRODUÇÃO AO MICROCONTO COM ALFREDO GUIMARÃES GARCIA

LOCAL: SESC CANOAS
DATA:
05 A 09/06/2017
INSCRIÇÃO GRATUITA (até 03/06) no link ao lado.
INFORMAÇÕES: (51) 3456.2013 com Luísa Vargas Vieira

OBJETIVO: Instrumentar e orientar os participantes na construção de textos narrativos e descritivos, bem como na criação de personagens e na elaboração de enredos.
PROGRAMA 1 – A origem do conto
O CONTO: O QUE É
O CONTO: OBJETIVOS
SÉCULO XXI: MINICONTOS, MICROCONNTOS, NANOCONTOS
CARACTERÍSTICAS DO GÊNERO
ATIVIDADE PRÁTICA: A ESCRITA DO MICROCONTO

SOBRE O AUTOR:
Alfredo Guimarães Garcia é o nome literário de Joaquim Alfredo Guimarães Garcia, paraense nascido em Bragança em 1961. É escritor, jornalista, radialista e professor de ensino superior. É graduado em Comunicação Social (Jornalismo), Especialista em Teoria Literária e Mestre em Estudos Literários, títulos obtidos junto à Universidade Federal do Pará (UFPA). Já publicou 40 livros, sendo 38 individuais e dois em parceria: um com seu filho, H.G.Neto (Epifanias, Paka-Tatu, 2009), outro com o poeta Ronaldo Franco (Cidade das Águas, Paka-Tatu, 2004).

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:: OFICINA:
O LEITOR COMO AUTOR - OFICINA DE (RE)CRIAÇÃO LITERÁRIA COM LEONARDO VILLA-FORTE
LOCAL: SESC PASSO FUNDO
DATA:
05 A 09/06/2017
INSCRIÇÃO GRATUITA (até 03/06) no link ao lado.
INFORMAÇÕES: (54) 3313.4318 com Cássio Borges

A oficina trabalha com a ideia do leitor como autor. As atividades jogam foco sobre noções como apropriação, plágio, recorte, colagem, montagem, pós-produção, remix e apresentaremos parte do que tem sido feito neste início de século XXI num campo híbrido onde literatura e arte se cruzam. Pode o escritor atuar como um DJ, manipulando trechos de outras obras para compor a sua? Onde a literatura deixa de ser texto para ser lido e passa ser a imagem para ser vista? Tais questões serão debatidas e exercícios de escrita e criação a partir de textos já existente (por isso a ideia de RE - como em reciclagem), que os participantes poderão fazer dialogar com a sua prática, serão propostos. A oficina é elaborada sobre um diálogo entre “escrita criativa” e a chamada “escrita não-criativa”, cunhada por Kenneth Goldsmith. As atividades se dividirão em exercícios, exposições teóricas, leituras coletivas e montagem de um Paginário – espécie de mural literário com as páginas preferidas dos livros preferidos dos participantes, realizado após uma dinâmica de leitura, e que, ficará exposto como um legado para o local. Fora esta ementa básica, ao longo do curso haverá tempo e espaço para os participantes trazerem textos seus, para lermos e os debatermos à luz do material compartilhado e discutido em sala.

SOBRE O AUTOR:
Leonardo Villa-Forte é autor de O princípio de ver histórias em todo lugar (romance), Agenda (conto), O explicador (contos), Paginário (intervenção urbana) e MixLit – O DJ da Literatura (blog e série de colagens). Professor e tradutor, tem experiência no mercado editorial. Graduado em Psicologia pela UFRJ, é mestre e doutorando em Letras pela PUC-RJ. Alguns de seus textos ficcionais estão publicados em revistas e jornais no Brasil, traduzidos para espanhol e inglês, e seus trabalhos de arte ocuparam espaços como Museu do Amanhã, Casa do Instituto Moreira Salles na FLIP, entre outros em Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Salvador e Cuiabá. Ex-colaborador da revista Pessoa. Como ensaísta, publicou textos sobre a "escrita não-criativa" na revista serrote e sobre literatura, grafite e pixação no Blog do IMS, entre outros.

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