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SÁBADO - 28 de maio |
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Os 120 Dias de Sodoma
Os Satyros (SP)
Local: Teatro Renascença
Horário: 21h
Sinopse: inspirado no romance do Marquês de Sade, a
montagem, que contou com críticas favoráveis da imprensa e
grande adesão do público, está em cartaz desde maio de 2006.
O espetáculo trata de questões filosóficas e políticas colocadas
pela obra sadeana, em um contexto brasileiro de corrupção e
decadência das instituições sociais.
Trilogia libertina
Os Satyros vêm trabalhando os textos do marquês de Sade desde 1990, quando encenaram a peça “Sades ou Noites com os
Professores Imorais”, a partir de “A Filosofia na Alcova”. O espetáculo ficou um ano em cartaz, provocou polêmicas e recebeu várias
indicações a importantes prêmios. Em 1992, Os Satyros se transferem para Portugal e reestreiam “Sades ou Noites...” - agora como “A Filosofia na Alcova”, título original da obra. A peça faz temporada de sucesso no Teatro Ibérico, em Lisboa, e permanece em cartaz
por dois anos. Além de Portugal, “A Filosofia na Alcova” viajou para França, Inglaterra, Escócia, Ucrânia e Bolívia, e dezenas de cidades
brasileiras. Participou de vários festivais, dentre eles Edimburgo, Avignon, Curitiba e Rio Preto. Reestreou em março de 2003, e está
em cartaz desde então. Até o momento, a peça foi vista por mais de 100.000 pessoas, em 1.200 apresentações. Recentemente “A
Filosofia na Alcova” foi apresentada em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.
A segunda parte da Trilogia Libertina, “Os 120 Dias de Sodoma”, estreou em maio de 2006. Desde então, realizou mais de 600
apresentações para um público superior a 40.000 pessoas. Partindo de um estudo profundo da obra do marquês de Sade, e de um
resgate crítico das montagens de “A Filosofia na Alcova” e “Os 120 Dias de Sodoma”, Os Satyros se propuseram a realizar a montagem
de “Justine”, concluindo, assim, a Trilogia Libertina. Para a realização de “Justine”, a companhia trabalhou por mais de nove meses
com uma equipe de mais de trinta pessoas, dentro dos procedimentos críticos do chamado Teatro Veloz, método de trabalho
desenvolvido pela companhia, em todas as etapas do processo criativo, resultando na montagem atual. No ano em que a Cia. de
Teatro Os Satyros completou seus 20 anos de existência, “Justine” surgiu como resgate de todo o processo de criação, pesquisa e
atuação realizado ao longo dessas duas décadas de trabalho. O espetáculo foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro 2009 categorias
direção e iluminação, e ao Prêmio CONTIGO de Teatro 2009 na categoria direção.
O grupo: fundada em 1989 em São Paulo por Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, a companhia já traz nos primeiros trabalhos a marca da
ousadia e radicalidade. A partir de 1992, num exílio voluntário, se transfere para a Europa onde se apresenta em importantes festivais, como
Avignon e Edimburgo. Em dezembro de 2000, Os Satyros retornam a São Paulo e se instalam na Praça Roosevelt, considerada na época uma
das regiões mais perigosas da cidade, comandada pelo tráfico e pela prostituição. Os Satyros são considerados os responsáveis diretos pela sua
revitalização, hoje um dos principais focos de agitação cultural da cidade. A companhia atua em vários segmentos artísticos, seja na publicação
de livros, na produção radiofônica, televisiva e cinematográfica. Anualmente realiza, na entrada da primavera, o evento “Satyrianas”, que, em sua última edição, reuniu mais de 30000 pessoas durante 78 horas de atividades ininterruptas. Atualmente, Os Satyros possuem vários núcleos de
trabalho, contando com mais de 50 profissionais. Ao longo destes 20 anos, atuaram em 15 países, produziram mais de 60 espetáculos e receberam
prêmios internacionais e alguns dos mais importantes do teatro brasileiro.
Endereço virtual: http://satyros.uol.com.br/
Ficha técnica:
Texto: Rodolfo García Vázquez, a partir da obra homônima do
marquês de Sade / Direção: Rodolfo García Vázquez / Elenco:
Angrey Fiel, Antonio Revuelta, Carolina Angrisani, Danilo Amaral,
Eduardo Chagas, Eduardo Prado, Fabrício Castro, Gabriela
Cerqueira, Gisa Guttervil, Heitor Saraiva, Lino Reis, Marcelo Jacob,
Mariana França, Marta Baião, Milton Fucci, Patrícia Santos, Rafael
Mendes, Samira Lochter, Tainah Brandão, Vinícius Guarilha,
Wellington Garcia. / Duração do espetáculo: 120 min / Gênero:
teatro adulto / Classificação etária: 18 anos |
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Out of Lines
Sens Dessus-Dessous (França)
Local: Teatro de Câmara Túlio Piva
Horário: 16h
Sinopse: curta ou comprida, dura ou mole, a corda é o objeto central em Out of Lines... Out of Lines... pretende explorar qualquer forma
de malabarismo e de manipulação, qualquer declinação gráfica, poética ou lúdica da corda... Brincando com a imaginação do espectador,
Out of Lines... sugere personagens-cordas, tenta surpreender com formas inesperadas e criar a ilusão de um universo onde cordas duras
e bastões moles se confundem. Out of Lines... oferece a dois malabaristas um espaço infinito e os convida a construir e desfazer, a tecer
histórias de cordas e inventar uma linguagem original e poética em torno da manipulação de objetos, do malabarismo coreográfico e da
dança.
O grupo: Kim Huynh e Jive Faury encontraram-se na Companhia Jérôme Thomas para a preparação do primeiro balé de malabarismo “Rain/Bow”.
Trata-se de um trabalho de criação, em que o gesto do malabarista encontra aquele do dançarino. Desde 2006, eles juntaram suas experiências para criar
pequenos espetáculos de malabarismo com bolas, clavas e bastões. Em cada um, suas práticas malabarísticas se completam, dentro de uma proposta de
trabalho sobre o movimento e a manipulação de objetos.
Jive Faury: Formado em malabarismo, em artes circenses contemporâneas na escola de circo de Toulouse Le Lido e em dança, junto a vários coreógrafos
e dançarinos, ele integrou companhias de espetáculo vivo que misturam e fusionam diferentes formas artísticas. Graças a essas experiências, ele criou sua
própria companhia: A Companhia Sens Dessus-Dessous de pesquisa em torno da manipulação de objetos e do malabarismo coreográfico.
Kim Huynh: Praticando a dança clássica desde a idade de 4 anos e, mais tarde, a dança contemporânea, ela terminou sua formação de dança com um
certificado de conclusão de ensino no Conservatório de Saint Denis. Desde 1995, ela tem se dedicado ao malabarismo, como autodidata e por meio de
estágios. Em 2004, integrou a Companhia Jérôme Thomas para a elaboração de uma linguagem malabarista e corporal visando a criação do primeiro “balé
malabarista” (Rain/Bow), do qual ela foi intérprete. Seu trabalho com as companhias Les migrateurs transatlantiques (Janie Jérémie) e o Gandini juggling
project enriqueceu muito sua pesquisa pessoal, centrada no malabarismo coreográfico e no movimento em relação ao objeto.
Ficha técnica:
Malabaristas, dançarinos: Jive Faury, Kim Huynh / Criador e direção de iluminação: Lionel Vidal / Duração do espetáculo: 40 min /
Gênero: malabares / Classificação etária: livre
Apoio ao espetáculo:

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Circo Eletrônico
grupo Circo Teatro Girassol (RS)
Local: Largo Zumbi dos Palmares
Horário: 20h
Sinopse: Misarte passeia pela savana quando é raptada pelo
maldoso Mafarrico. O canicho Safio informa do ocorrido a Fós, herói
transformado em mendigo, que está preso por ter desafiado Zoran,
o deus do tempo. Circo Eletrônico é a fábula da intemporalidade,
uma reflexão sobre as relações e a memória. É uma reinvenção
da mitologia, da ficção, da história. O espetáculo não conta
simplesmente uma história, oferece os elementos para que cada um
possa criar a sua. É uma provocação aos sentidos e à imaginação.
Usa de forma arrojada e original as acrobacias aéreas e de solo,
com a criação de novos equipamentos e a utilização inovadora
de equipamentos tradicionais, troca os palhaços por bufões que
dialogam com a trilha eletrônica composta especialmente para o
trabalho.
O grupo: O Circo Girassol completou 10 anos de atividades intensas, dando uma inestimável contribuição para o desenvolvimento
desta arte no RS. Mesclando as linguagens do Circo Tradicional e do “Novo Circo”. O Girassol percorreu mais de 300 cidades,
apresentando-se com sua lona, ao ar livre, em teatros e ginásios do estado e do país, além de promover oficinas circenses,
pesquisar técnicas tradicionais, contemporâneas, desenvolver reconhecida pesquisa de dramaturgia circense e da linguagem
dos palhaços. A Cia. foi pioneira em Porto Alegre na realização de um circo-teatro moderno e expressivo, sendo fundamental
na formação da maioria dos artistas locais que atuam na área. A mostra Circo Girassol: 10 anos, financiada pelo FUMPROARTE
e realizada pelo SESC/RS e Circo Girassol, vai apresentar espetáculos significativos do grupo, ainda em repertório: Pão e Circo,
Circo Eletrônico, O Hipnotizador de Jacarés, Lili Inventa O Mundo, O Mundo da Lua e Misto Quente, além de cinco palestras
com importantes nomes do circo brasileiro.
Ficha Técnica:
Direção: Dilmar Messias / Elenco: Débora Rodrigues, Anderson
Balheiro, Deise Kellermann, Tuta Camargo, Jéferson Rachewski, Carol
Pollmann, Éder Rosa, José Gusmão, Diego Steffani, Walter Diehl
Figurinos: Daniel Lion / Cenário: Dilmar Messias e Constantin
Makarkin / Iluminação: Dilmar Messias / Trilha sonora: de Ticiano
Paludo executada por Yanto Laitano / Coreografia das bolas de
equilíbrio: Luciane Cóccaro / Coreografia redes aéreas e lira:
Alexandre Bado / Duração do espetáculo: 60 min / Gênero: teatro
circo / Classificação etária: 10 anos |
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O Hipnotizador de Jacarés
grupo Circo Teatro Girassol (RS)
Local: Largo Zumbi dos Palmares
Horário: 16h
Sinopse: os palhaços Serragem, Farinha e Farofa se preparam para
hipnotizar um jacaré-do-papo-amarelo, fera sanguinária trancafiada
em uma caixa cheia de furos e correntes. Enquanto o grande
momento não chega, muitas peripécias e números divertidos se
sucedem. O Hipnotizador de Jacarés mostra algumas das entradas,
reprises e bexigadas tradicionais de palhaços e comediantes
populares. Este trabalho marca o retorno de três palhaços com
uma trajetória pontilhada de êxitos. Sua primeira aparição foi no
espetáculo que levou os seus nomes: Serragem, Farinha e Farofa
(1987). Depois, de forma divertida, contaram As Aventuras do
Avião Vermelho (1995), de Erico Verissimo, e se constituíram num
dos maiores sucessos do teatro para infância e juventude do RS,
arrebatando uma série de prêmios pelo Brasil.
O grupo: O Circo Girassol completou 10 anos de atividades intensas, dando uma inestimável contribuição para o desenvolvimento
desta arte no RS. Mesclando as linguagens do Circo Tradicional e do “Novo Circo”. O Girassol percorreu mais de 300 cidades,
apresentando-se com sua lona, ao ar livre, em teatros e ginásios do estado e do país, além de promover oficinas circenses,
pesquisar técnicas tradicionais, contemporâneas, desenvolver reconhecida pesquisa de dramaturgia circense e da linguagem
dos palhaços. A Cia. foi pioneira em Porto Alegre na realização de um circo-teatro moderno e expressivo, sendo fundamental
na formação da maioria dos artistas locais que atuam na área. A mostra Circo Girassol: 10 anos, financiada pelo FUMPROARTE
e realizada pelo SESC/RS e Circo Girassol, vai apresentar espetáculos significativos do grupo, ainda em repertório: Pão e Circo,
Circo Eletrônico, O Hipnotizador de Jacarés, Lili Inventa O Mundo, O Mundo da Lua e Misto Quente, além de cinco palestras
com importantes nomes do circo brasileiro.
Ficha Técnica:
Direção: Dilmar Messias / Elenco: Débora Rodrigues, Tuta Camargo,
Jéferson Rachewski e Heinz Limaverde / Operação de luz: Anderson
Balheiro / Figurinos: Daniel Lion / Cenografia: Marco Fronkoviack e
Dilmar Messias / Música pesquisada: Dilmar Messias / Duração do
espetáculo: 60 min / Gênero: infantil / Classificação etária: livre |
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