SEXTA - 27 de maio

De-vir
Grupo: Cia. Dita (CE)
Local: Teatro Renascença
Horário: 21h

Sinopse: Quatro performers em cena pontuando as interferências do corpo com seu ambiente. O corpo entendido como uma mídia que avança por acelerações, rupturas, diminuições de velocidade, desmembrando, constantemente, uma nova roupagem. “De-vir” propõe intensificar esses movimentos ondulatórios engendrando a idéia de um novo design, que pode re-compor a disposição e a ordem dos elementos essenciais que compõem as estruturas físicas de uma pessoa.

O grupo: A Cia. Dita é um “lugar” de procura, pesquisa e produção artística. Ao longo dos seus seis anos de existência, vem circulando por eventos que se relacionam com a dança e o vídeo, dentro e fora do Brasil, tais como: Mostra Fora-do-Eixo (SP), Encontro Coreográfico de Santo André (SP), Fórum Internacional de Dança (BH), Festival Ibero-Americano de Cinema do Ceará, Festival de Cinema de Brasília, Simpósio Internacional de Filosofia de Fortaleza, Festival Panorama (RJ) e Festival Brasil Move Berlim.

Ficha técnica:
Direção e coreografia: Fauller / Assistência de direção: Wilemara Barros / Bailarinos: Wilemara Barros, Henrique Castro, Marcelo Hortêncio, Fauller / Música: Ryoji Ikeda / Produção: Ato Produção e Marketing Cultural / Coordenação de Produção: Cristiane Pires / Classificação etária: 18 anos / Gênero: dança contemporânea / Duração: 40 minutos

www.ciadita.com

 

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O terceiro sinal
BR 116 (SP)
Local: Teatro Sesc Centro
Horário: 19h

Sinopse: No espetáculo, com texto de Otavio Frias Filho, Bete Coelho interpreta um “não ator” que faz o papel de um repórter investigativo numa peça de Nelson Rodrigues e que em sua vida real é um jornalista interessado em atuar e reportar os mistérios da
atuação e as inconfessáveis particularidades do fazer teatral. A atriz explica que o trabalho é uma metalinguagem sobre o teatro. “O autor tem uma experiência como ator em um papel de jornalista, para escrever uma reportagem. E devolve tudo isso para o teatro. O que importa aqui é dissecar o teatro, o processo do ator, a feitura do teatro”. O relato de Frias se refere à experiência que ele teve como ator no Teatro Oficina, no espetáculo “Boca de Ouro”, dirigido por José Celso Martinez Corrêa em 2000. Partindo desse pretexto, o espetáculo conduz os espectadores a uma viagem de risco por
vezes angustiante, paranóica, irônica, divertida, profunda – por entre labirintos dos processos de atuação, de momentos históricos do teatro brasileiro, revezando com depoimentos pessoais e preciosos desse culto milenar: o Teatro.

O grupo: o “Terceiro Sinal” consolida a formação da Cia. BR 116, criada em 2009, quando Contardo Calligaris e Ricardo Bittencourt já investigavam questões sobre a masculinidade nos tempos modernos uniram-se com a atriz Bete Coelho e a diretora de arte e cenógrafa Flávia Soares, que já haviam dirigido Jô Soares em “Remix em Pessoa”. Como resultado, o grupo monta o espetáculo “O Homem da Tarja Preta”, com atuação de Ricardo Bittencourt e direção de Bete Coelho, sucesso de público e crítica em 2009. A Cia., que valoriza a parceria com profissionais de diferentes áreas culturais e enfatiza a investigação criteriosa dos seus conteúdos para um mergulho no universo do atual Teatro Brasileiro, já prepara um novo espetáculo em 2011. “Cartas de Amor para Stalin”, do espanhol Juan Mayorga, está em fase de produção e terá Bete e Ricardo juntos no palco, dirigidos por Paulo Dourado.

Ficha técnica: Elenco: Bete Coelho / Texto: Otavio Frias Filho / Direção: Ricardo
Bittencourt / Co-Direção: Muriel Matalon / Direção de arte: Flávia Soares / Direção de imagem e Som: Gabriel Fernandes / Direção de cena, cenotécnico e contrarregragem: Domingos Varela / Cenotécnico e contrarregragem: João Carvalho Sobrinho / Design
de luz: Michele Matalon e Carlos Moraes / Voz de diva: Giulia Gam / Direção de produção: Palipalan Arte e Cultura / Duração do espetáculo: 60 min / Gênero: teatro adulto /

Classificação etária: 14 anos

 

 

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Circo Eletrônico
grupo Circo Teatro Girassol (RS)
Local: Largo Zumbi dos Palmares
Horário: 20h

Sinopse: Misarte passeia pela savana quando é raptada pelo maldoso Mafarrico. O canicho Safio informa do ocorrido a Fós, herói transformado em mendigo, que está preso por ter desafiado Zoran, o deus do tempo. Circo Eletrônico é a fábula da intemporalidade, uma reflexão sobre as relações e a memória. É uma reinvenção
da mitologia, da ficção, da história. O espetáculo não conta simplesmente uma história, oferece os elementos para que cada um possa criar a sua. É uma provocação aos sentidos e à imaginação. Usa de forma arrojada e original as acrobacias aéreas e de solo, com a criação de novos equipamentos e a utilização inovadora de equipamentos tradicionais, troca os palhaços por bufões que dialogam com a trilha eletrônica composta especialmente para o trabalho.

O grupo: O Circo Girassol completou 10 anos de atividades intensas, dando uma inestimável contribuição para o desenvolvimento desta arte no RS. Mesclando as linguagens do Circo Tradicional e do “Novo Circo”. O Girassol percorreu mais de 300 cidades, apresentando-se com sua lona, ao ar livre, em teatros e ginásios do estado e do país, além de promover oficinas circenses, pesquisar técnicas tradicionais, contemporâneas, desenvolver reconhecida pesquisa de dramaturgia circense e da linguagem dos palhaços. A Cia. foi pioneira em Porto Alegre na realização de um circo-teatro moderno e expressivo, sendo fundamental na formação da maioria dos artistas locais que atuam na área. A mostra Circo Girassol: 10 anos, financiada pelo FUMPROARTE e realizada pelo SESC/RS e Circo Girassol, vai apresentar espetáculos significativos do grupo, ainda em repertório: Pão e Circo, Circo Eletrônico, O Hipnotizador de Jacarés, Lili Inventa O Mundo, O Mundo da Lua e Misto Quente, além de cinco palestras com importantes nomes do circo brasileiro.

Ficha Técnica:
Direção: Dilmar Messias / Elenco: Débora Rodrigues, Anderson Balheiro, Deise Kellermann, Tuta Camargo, Jéferson Rachewski, Carol Pollmann, Éder Rosa, José Gusmão, Diego Steffani, Walter Diehl Figurinos: Daniel Lion / Cenário: Dilmar Messias e Constantin Makarkin / Iluminação: Dilmar Messias / Trilha sonora: de Ticiano Paludo executada por Yanto Laitano / Coreografia das bolas de equilíbrio: Luciane Cóccaro / Coreografia redes aéreas e lira: Alexandre Bado / Duração do espetáculo: 60 min / Gênero: teatro circo / Classificação etária: 10 anos

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