Homenagem Palco Giratorio - Projeto Circo Girassol 10 anos
O Circo Girassol, completou 10 anos de atividades intensas, dando uma inestimável contribuição  para o desenvolvimento desta arte no RS. Mesclando as linguagens do Circo Tradicional e do “Novo Circo”. O Girassol percorreu mais de 300 cidades, apresentando-se com sua lona, ao ar livre, em teatros e ginásios do estado e do país, além de promover oficinas circenses, pesquisar técnicas tradicionais,  contemporâneas,  desenvolver reconhecida pesquisa de dramaturgia circense e da linguagem dos palhaços. A cia foi pioneira em Porto Alegre na realização de um circo-teatro moderno e expressivo, sendo fundamental na formação da maioria dos artistas locais que atuam na área. A mostra Circo Girassol: 10 anos, financiada pelo FUMPROARTE e realizada pelo SESC/RS e Circo Girassol, vai apresentar espetáculos  significativos do grupo, ainda em repertório: Pão e Circo, Circo Eletrônico, O Hipnotizador de Jacarés, Lili Inventa O Mundo, O Mundo da Lua e Misto Quente, além de cinco palestras com importantes nomes do circo brasileiro.

Os espetáculos estarão sendo apresentados no Largo Zumbi dos Palmares de 20 a 31/05, confira na programação do Festival.

PALESTRAS DO PROJETO

Local: Largo Zumbi dos Palmares
Horário: 17h
Duração de cada palestra: 1h

A Contemporaneidade da Linguagem Circense
25/05
Um mergulho na arte circense de Phillip Astley aos dias de hoje.
Ministrante: Ermínia Silva (RJ)
Filha de Barry Charles Silva e Eduvirges P. Silva, quarta geração circense no Brasil, graduou-se em História na Universidade Estadual de Campinas, em 1994. Dissertação de Mestrado: O Circo: Sua arte e seus saberes. O circo no Brasil do final do século XIX a meados do XX - Universidade Estadual de Campinas. Tese de Doutorado: As múltiplas linguagens na teatralidade circense. É autora dos livros: Circo- Teatro: Benjamim de Oliveira e a teatralidade circense no Brasil e Respeitável público... o circo em cena.

CIRCO E Segurança – uma questão de prioridade
27/05
Noções de técnicas e materiais auxiliares para a montagem e utilização de equipamentos circenses com segurança.
Ministrante: Marcos Bortoletto (SP)
Coordenador do Grupo de Pesquisa em Artes Circenses (CIRCUS) FEF - UNICAMP e do Grupo de Pesquisa em Ginástica - FEF - UNICAMP - Membro do Grupo de Estudos Praxiológicos do Instituto Nacional de Educação Física da Catalunha - Espanha. Professor da Faculdade de Educação Física da UNICAMP - Mestrado em Educação Motora (Espanha) - Doutorado - Instituto Nacional de Educação Física Catalunha

Dramaturgia circence
A criação de roteiros e textos específicos para a linguagem cênica do circo/teatro, utilizando a linguagem circense como elemento dramático aliada à demonstração do virtuosismo.

Ministrante: Dilmar Messias (RS)
É diretor, ator, professor, dramaturgo, encenador e produtor de espetáculos artísticos e administrador cultural. Ao longo de quarenta anos de exitosa carreira, tem recebido inúmeras premiações em nível regional e nacional. Foi Coordenador de Artes Cênicas pela Secretaria de Cultura do RS em duas gestões (1987-1991 e 1995-1997), presidiu o SATED-RS (1999-2003 e 2006-2008), a Casa do Artista Rio-Grandense (2001-2003) e o Centro Cultural Cia de Arte. Foi Conselheiro Titular do Conselho Nacional de Incentivo a Cultura do Ministério da Cultura-CNIC (2000 a 2006).

A arte do palhaço
30/05
O palhaço e as diferentes técnicas, do palhaço tradicional circense ao clown contemporâneo.
Ministrante: Tuta Camargo (RS)
Coordenador do CLUP - Clube de Palhaços do Circo Girassol, desenvolve pesquisa da linguagem cômica dos palhaços. De seu currículo destacam-se - 2008 - Misto quente; 2007- O Mundo da Lua e - 2005 O Hipnotizador de Jacarés, todos com direção de Dilmar Messias. Prêmios: 2000 - Melhor Ator Coadjuvante - Troféu Tibicuera em “Por Um Punhado De Jujubas” ; 2007 - Melhor Ator Troféu Tibicuera em ”O Hipnotizador de Jacarés” , Prefeitura de Porto Alegre.

Circo Social – da Ação Educativa à Produção Estética
31/05
A interação que o circo propicia no ambiente de sua comunidade, trabalhando habilidades e autoestima daqueles que, geralmente, não têm acesso às artes.
Ministrante: Júnior Perin (RJ) Foi membro do colegiado nacional de articuladores da Rede Circo do Mundo Brasil e representante desta na Rede Internacional de Formação em Circo Social. Representa o CRESCER E VIVER na Rede Iberoamericana para o Desenvolvimento das Artes Circenses. Consultor de diferentes projetos socioculturais nas áreas de cultura, juventude e direitos humanos reúne experiência de participação
como palestrante e painelista em diversos congressos, encontros e simpósios no Brasil e no exterior.
• Darcílio Messias / Coordenação Artística • Débora Rodrigues / Direção de Produção
• Viviane Juguero / Direção Geral • Dilmar Messias / Produção

Financiamento:

 

ATIVIDADES FORMATIVAS

O homem sem raízes criou asas
Conferência com Fernando Arrabal (Espanha)
Mediação de Wilson Coelho (ES)

01/05
Local: Teatro Sesc Centro
Horário: 19h

O dramaturgo discorrerá sobre sua trajetória no teatro, na literatura e no cinema, onde a vida e a obra se entrelaçam, desde seu nascimento em Melilla (África), a passagem pela Espanha e sua chegada à França, a participação no movimento surrealista, criação do movimento pânico com Roland Torpor e Alejandro Jodorowsky, bem como sua relação com Breton, Dali, Sartre, Duchamp, Beckett e tantos outros que fizeram a história da metade do século vinte até os dias de hoje.
Mediação: Dramaturgo e pesquisador de teatro, fará um debate sobre a relação entre o teatro chamado absurdo e o que entendemos por realidade, a partir da obra de Fernando Arrabal e, em especial, “Fando e Lis” e “Cemitério de Automóveis”, peças
traduzidas e dirigidas por ele e, recentemente, montadas com o Grupo Tarahumaras. Nessa conversa, Wilson Coelho pretende também questionar e convidar à reflexão sobre a busca de um novo tipo de ator para a dramaturgia de Fernando Arraba
l.
* Retirada de senhas a partir de 20/04 no Sesc Centro

Demonstração de trabalho: Os estudos clássicos da Biomecânica Teatral de Meyerhold
Ministrante: Gennadi Bogdanov (Rússia)

08/05
Local: Teatro Sesc Centro
Horário: 17h

Demonstração dos estudos clássicos da Biomecânica teatral de Meyerhold; Os princípios biomecânicos da construção da ação; Apresentação de fragmento da peça “Esperando Godot, de Becket, construído sobre a base da Biomecânica de Meyerhold.
* retirada de senhas a partir de 20/04 no Sesc Centro Gennadi Bogdanov formou-se como ator no GITIS (Moscow State Academy) em 1972. Estudou intensamente durante quatro anos, o sistema de Biomecânica Teatral de Meyerhold com o mestre Nikolai Kustov, ator e instrutor do teatro de Meyerhold até a morte do grande diretor russo. Trabalhou também por 20 anos no teatro Sátira de Moscou, na qual participou de diversos espetáculos, realizando inúmeras temporadas em torno da União Soviética, Europa e Ásia. Atuou também em diversos filmes como dublê. Durante vários anos,
Gennadi dedicou-se ao Rati (GITIS), atuando como professor, sendo um dos fundadores da escola internacional de Biomecânica. Desde 1992, Bogdanov colabora com universidades e diversos centros teatrais em países como Áustria, Austrália, Brasil, Bélgica, Holanda, Canadá, Dinamarca, França, País de Gales, Alemanha, Inglaterra, Itália, Países Baixos, Polônia, Singapura, Espanha, Suécia, Suíça e EUA,
ministrando cursos, demonstrações técnicas e apresentando seus espetáculos, sendo um dos mais destacados mestres, descendente direto da Biomecânica Teatral de Meyerhold. É mestre-colaborador do ISTA (Escola Internacional de Antropologia Teatral), dirigido por Eugenio Barba desde 96. Foi diretor artístico da Escola Internacional de Biomecânica no Centrum Mime Berlim. Atualmente, na Itália,
atua como diretor pedagógico e artístico do Centro Internacional de Biomecânica Teatral de Meyerhold, em Perugia, ministrando os cursos de formação especia
lizada.

Oficina: Introdução ao treinamento da Biomecânica de Meyerhold
Ministrante: Gennadi Bogdanov (Rússia)

09 a 15/05
Local: Cia de Arte - 6º andar
Horário: 14 às 19h

Os princípios fundamentais da construção da ação teatral com base nos princípios biomecânicos. Os elementos dos estudos clássicos da
Biomecânica teatral de Meyerhold.
Carga horár
ia: 35h

Intercâmbio entre Teatro da Vertigem (SP) e Falos & Stercus (RS)
Atuação na cidade: Experiências Práticas Utopias de aproximação

22 a 25/05
Local: Sala G4 – Casa de Cultura Mário Quintana
Horário: 10 às 14h

* Apresentação pública do resultado

25/05
Horário: 15h

Em 2001, Nicolas Bourriaud aponta para as “utopias de aproximação”, práticas artísticas que se estendem num vasto território de experimentações sociais, e que pretendem agir, gerando novas percepções e novas relações de afeto, num mundo regulado pela divisão de trabalho, ultraespecialização e pelo isolamento individual.
Para o filósofo francês a arte contemporânea desenvolve um projeto político, no entanto se esforça em investigar e problematizar a esfera relacional. Para ele, a exposição é um lugar privilegiado onde se instalam coletividades instantâneas, regidas por princípios diversos de acordo com o grau de participação do espectador exigido pelo artista, a natureza das obras e os modelos de sociabilidade propostos ou representados, que gera território de intercâmbios específico.
A arte contemporânea se propõe a modelar mais que representar, pretende inserir-se e agir dentro do tecido social, mais do que inspirarse nele. Deste ponto de vista, a obra de arte se constitui como um interstício social, um espaço de relações humanas que, ao se integrar mais ou menos harmoniosa e abertamente no sistema global, sugere outras possibilidades de intercâmbios que aqueles vigentes neste sistema.
De acordo com Bourriaud, a tarefa da arte contemporânea no campo do intercâmbio das representações é criar espaços livres, propor temporalidades cujo ritmo atravesse àqueles que organizam a vida cotidiana e favorecer relacionamentos intrapessoais diferentes daqueles que impõem a sociedade da comunicação. Não o fim da arte, não o fim do jogo, mas o fim da rodada. É necessário lembrar com Duchamp que a arte é um jogo entre todos os homens e todas as épocas.

Oficina Atuação na cidade: experiências práticas
Teatro da Vertigem (SP)

26 a 28/05
Local: Sala G4 – Casa de Cultura Mario Quintana
Horário: 26 e 27/05 13 às 18h e 28/05 09 às 14h
* Apresentação pública do resultado
28/05
Horário: 16h

A oficina será concentrada nos experimentos de atuação e intervenção do artista que é atravessado/contaminado pelos espaços públicos da cidade, sua participação na elaboração da obra com a autonomia de criação. Coordenadores Roberto Audio, Eliana Monteiro, Luciana Schwinden e Sergio Siviero. Público-alvo: atores, bailarinos, performers, estudantes de teatro, dança e artes visuais.
20 vagas
* Envio de curriculum e carta de interesse para festival@sesc-rs.com.br até 10/05

Oficina de Palhaços
23 a 24/05
Local: Teatro SESC Centro
Horário: 10 às 19h
Essa oficina pretende abordar o universo do palhaço através de jogos de relacionamento, atenção e comando. Trabalhar a relação entre espaço, tempo e intensidade, além de sequências de gags (slap stick, Double take e quedas) e jogos com máscara. A oficina tem como objetivo a vivência da experimentação do palhaço e será ministrada pelo ator Eduardo Machado, o palhaço Bilu, do grupo Armatrux (MG).
Carga horária: 8h

* Envio de curriculum para festival@sesc-rs.com.br até 10/05

Seminário Dramaturgia e Literatura - qualificando leitores de um
gênero nem tão dramá tico assim

Idealizadores - Diones Camargo e Hermes Bernardi Jr.
Mediação: Hermes Bernardi Junior
Além de submergir nesse universo ainda tão desconhecido do fazer dramatúrgico, o seminário visa a qualificação e formação de um leitor do gênero, sem o fim específico da montagem teatral.
10, 17 e 24/05
Local: Café Sesc Centro

Dramaturgia clássica e a dramaturgia contemporânea - diferentes e possíveis leituras
10/05
Local: Café Sesc Centro
Horário: 18h30min
Jô Bilac - Dramaturgo/RJ e Graça Nunes (RS)
A compreensão da diversidade da forma dramatúrgica estará em pauta. Haverá um modo específico de entender essas diferentes estruturas narrativas? Como e onde a dramaturgia clássica influencia a dramaturgia contemporânea? Quais códigosnecessários para a leitura desse gênero?

A dramaturgia no Rio Grande do Sul - para ler o movimento, o silêncio e a palavra
17/05
Local: Café Sesc Centro
Horário: 19h
Jezebel De Carli - diretora da Cia. Santa Estação/RS, atriz, Daniela Carmona (atriz e professora do TEPA/RS) e Inês Marocco (diretora, professora da UFRGS(RS)
Quando falamos em dramaturgia, de imediato pensamos na palavra. Mas, com a evolução das formas dramáticas de narrar, seja pela ação, ou mesmo pelo silêncio, outras vertentes narrativas vêm se destacando em nosso Estado e têm requerido para si o status de dramaturgia. Quais critérios usamos para lê-las? Como lê-las, sem a necessidade urgente da palavra?

Mas afinal, dramaturgia é literatura? Leituras fora da cena
24/05
Local: Café Sesc Centro
Horário: 19h
Mario Bortoloto (dramatrugo/SP) e Diones Camargo (dramatrugo/RS)
Quais elementos da estrutura dramatúrgica nos possibilitam a evasão, enquanto leitores, para a construção de um imaginário que nos favoreça fruição estética no que antecede à montagem teatral como fim em si.

ENCONTROS DRAMÁTICOS

Atividade paralela do Seminário Dramaturgia e Literatura - Qualificando leitores para um gênero literário nem tão dramático assim Leituras de textos premiados nas edições 4, 5 e 6 do Prêmio Carlos Carvalho de Dramaturgia/SMC

O senhor de Paris - de Hersch W. Basbaum
Grupo Teatro Sarcáustico
Direção Daniel Colin
14/05
Local: Jardim Lutzemberger – Casa de Cultura Mario Quintana
Horário: 17h

Avental todo sujo de ovo - de Mario Barbosa
Cia de Teatro Di Stravaganza
Direção Adriane Motolla
21/05
Local: Mezanino do 2º piso – Casa de Cultura Mario Quintana
Horário: 17h

Os cactos - de Emanuel Nogueira
Teatrofídico
Direção Eduardo Kramer
28/05
Local: Passarela do 5º andar (entre Biblioteca Lucília Minssen e Oficina Sapato Florido)
– Casa de Cultura Mario Quintana
Horário: 17
h

SEMANA IVO BENDER

Ivo Bender é o maior dramaturgo gaúcho ainda vivo. Para homenageá-lo, o projeto Semana Ivo Bender prevê uma série de sessões comentadas de leituras dramáticas de seus textos e apresentações do novo espetáculo do Grupo Experimental de Teatro de Porto Alegre. Além disso, será montada no Foyer do Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues uma exposição de fotografias do escritor e de espetáculos seus já encenados. Toda a programação ocorrerá nos Teatro Renascença e na Sala Álvaro Moreyra, no mês de maio de 2011, quando o dramaturgo completa 75 anos de idade e 50 de carreira.

Pequenas Leituras dramáticas
Com Marcelo Adams e Raquel Pilger
23/05
Local: Teatro Renascença
Horário: 20h

Leitura Dramática
Direção de Décio Antunes
Colheita de cinzas- 1941 (1988)
24/05
Local: Teatro Renascença
Horário: 20h
Primeira parte da Trilogia perversa. Em 1941, durante uma grande enchente que assola o Rio Grande do Sul, Ereda e Ulrica, duas mulheres descendentes de alemães, vivem sós em uma fazenda. O pai de Ereda foi assassinado por Ulrica, fato presenciado pela filha, que aguarda a chegada de Orestes, seu irmão, prestes a voltar do seminário onde estudava. A chegada de Orestes e a revelação do crime, feita por Ereda, leva o rapaz a matar a própria mãe, sufocada com um travesseiro. Versão do mito grego dos Átridas, a peça reproduz os principais eventos da Electra, de Sófocles, ambientada no contexto da colonização alemã no Estado.

Leitura Dramá tica com sessão comentada
Direção: Luiz Paulo Vasconcelos
Com Graça Antunes, Sandra Dani e Araci Esteves
Sexta-feira das paixões (1975)

25/05
Local: Sala Álvaro Moreyra
Horário: 20h
Em uma casa de retiro para mulheres sós, na cidade de Puerto Amaro, capital de um país fictício da América Latina, vivem Maria Amparo, a dona do lugar, Amanda e Teresa. O país está em convulsão, pela ação dos rebeldes que querem tomar o governo. No sótão da casa, Teresa, a Estigmatizada, está amarrada a uma cama, pois na época da Páscoa, anualmente, em seu corpo surgem chagas. As outras duas
mulheres esperam a chegada de Urânia, atriz e amiga de Amanda, que não a vê há alguns meses. A preparação para a ceia da Sexta-feira Santa é a principal ação do texto, que tem seus principais conflitos na relação explosiva entre Urânia e Maria Amparo. O assassinato de Teresa por Amparo, como o sacrifício ritual da Sexta-feira da Paixão, é a culminância da peça.

26/05
Local: Sala Alvaro Moreyra
Horário: 20h
Direção: Marcelo Adams
Quem roubou meu anabela? (1972)
Comédia com ingredientes fantásticos. Duas primas, Valéria e Genciana Marcoso, vivem uma relação conturbada. Valéria é casada com Umberto, mas trai o marido com Jasmim, um rapaz que entrega horóscopos a domicílio. Genciana é satanista, e vive invocando os demônios Astaroth e Asmodeu. O título faz referência a uma das últimas ações da peça, quando Valéria, já pronta para a recepção na casa do governador, procura seus sapatos modelo Anabela, não os encontrando. Valéria é assassinada por Umberto, que sai para a recepção acompanhado por Jasmim, calçando os sapatos anabela.

Apresentações do Grupo Experimental de Teatro da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre
Direção: Maurício Guzinski
Cabaret do Ivo
27, 28 e 29/05
Local: Sala Alvaro Moreyra
Horário: 20h
Resultado do módulo montagem sobre a obra de Ivo Bender do Grupo Experimental de Teatro/SMC. A coordenação é de Maurício Guzinski e a preparação de corpo e voz é de Laura Backes. No elenco: Amanda Novinski, André Gazineu, Dinorah Araújo, Juçara Gaspar, Naiara Harry, Paula Souza, Samanta Sironi e Silvana Ferreira.

O Macaco e a Velha
Direção: Deborah Finocchiaro
Com Arlete Cunha e Heloisa Palaoro
28 e 29/05
Local: Sala Álvaro Moreyra
Horário: 16h
O Macaco e a Velha do gaúcho Ivo Bender, é baseada num conto do folclore afro-brasileiro que trata da difícil relação entre um macaco muito esperto e a dona do Bananal onde ele vive. Na briga pelo usufruto deste paraíso, ambos descobrem que, só unidos, poderão defender o seu tesouro. A peça é apresentada na forma de uma leitura com dinâmica de contação de história. Os personagens ganham
vida através da caracterização da voz da atriz. E para garantir a atmosfera de cada história, a leitura conta com trilha executada ao vivo, são canções com ritmos variados, além de efeitos sonoros.

Exposição Ivo Bender - O Senhor das letras
23/05 a 16/06
Local: Saguão do Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues A exposição Ivo Bender – O Senhor das Letras fará parte do evento em celebração aos 50 anos de carreira do escritor, dramaturgo, tradutor e professor gaúcho. O objetivo é abarcar a diversidade de sua obra na qual é possível verificar a fluência de sua escrita que
transita, com liberdade, tanto pelo texto dramático nas diferentes fases experimentadas pelo autor – tragédia e comédia, realismo fantástico e teatro político, musical e teatro infantil –, quanto pelo ensaio e pela prosa. Registros fotográficos das montagens de suas peças, depoimentos de artistas, amigos e críticos literários farão parte desta amostra do universo criativo de Ivo Bender.

Proposição: Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre

Realização: SESC-RS e Secretaria de Cultura de Porto Alegre